- A artista Cristina Robalo tem uma exposição individual na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa.
- A mostra tem curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues.
- Revela um entendimento do desenho como prática em expansão, virtualmente infinita e inacabada.
- Os limites de cada peça parecem ditados pela natureza do suporte, com elasticidade virtualmente interminável.
- A exposição sugere uma visão do desenho que ultrapassa fronteiras tradicionais.
Uma exposição individual de Cristina Robalo está em cartaz na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa, com curadoria de Sérgio Fazenda Rodrigues. A mostra revela um entendimento do desenho como prática em expansão, virtualmente infinita e inacabada.
Robalo é uma artista discreta, cuja obra raramente é apresentada ao público. A iniciativa da Fundação permite explorar o lado mais relutante da sua produção.
A curadoria assinala o desenho como disciplina cujos limites são determinados pela natureza do suporte, sugerindo uma elasticidade que parece quase interminável nas peças.
A exposição, em contexto lisboeta, promove uma leitura contemporânea da prática do desenho, destacando a visão de que cada peça pode abrir caminhos para novas possibilidades.
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