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França presta homenagem nacional a soldado morto no Líbano

Cerimónia em Montauban homenageia o sargento-chefe Florian Montorio, morto num ataque contra a UNIFIL no Líbano; novo militar faleceu com os ferimentos

Realiza-se em França cerimónia por capacete azul da ONU morto no Líbano
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  • A ministra da Defesa de França, Catherine Vautrin, presidiu, em Montauban, uma cerimónia nacional de homenagem ao sargento-chefe Florian Montorio.
  • Montorio, do 17.º Regimento de Engenharia Paraquedista, morreu após disparos durante operações da força de paz da ONU no sul do Líbano.
  • O presidente Emmanuel Macron anunciou que o cabo-chefe Anicet Girardin também morreu, devido aos ferimentos.
  • Macron e a UNIFIL responsabilizam o grupo armado Hezbollah, que negou qualquer envolvimento.
  • A ministra afirmou que as tropas francesas limpavam um itinerário armadilhado com um engenho explosivo improvisado quando foram alvo de tiros a curta distância.

A ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrin, presidiu, em Montauban, uma cerimónia nacional de homenagem ao sargento-chefe Florian Montorio, morto num ataque contra capacetes azuis no Líbano. A cerimónia contou com a presença do chefe do Estado-Maior do Exército, general Pierre Schill.

Montorio pertencia ao 17.º Regimento de Engenharia Paraquedista, com sede em Montauban. A defesa do país confirmou que o militar perdeu a vida após a força de manutenção de paz da ONU no sul do Líbano, a UNIFIL, ter sido alvo de disparos durante o fim de semana.

Segundo informações oficiais, os soldados franceses estavam a limpar um itinerário potencialmente armado com um engenho explosivo improvisado quando foram atingidos.

O presidente francês, Emmanuel Macron, informou ainda que um segundo militar, o cabo-chefe Anicet Girardin, faleceu na quarta-feira devido aos ferimentos. Ambas as mortes são atribuídas pela França à ação de lançadores de fogo, com responsabilização direta ao Hezbollah pelo governo e pela UNIFIL.

O Hezbollah negou qualquer envolvimento no ataque, avançando que as acusações não têm fundamento. Em comunicado, o grupo insurgente rejeitou as acusações feitas pelas fontes francesas e pela ONU.

As autoridades francesas reiteraram o envio de condolências às famílias dos militares e sublinharam o compromisso de manter a presença de paz na região, dentro do mandato da UNIFIL. A investigação sobre o incidente continua em curso.

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