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Israel puniu oito soldados por destruição da estátua de Jesus Cristo

IDF pune oito soldados pela destruição de estátua de Jesus no Líbano; 30 dias de detenção militar e afastamento do serviço de combate, enquanto a estátua foi substituída

Exército israelita substituiu a estátua destruída com ajuda da comunidade local
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  • As Forças de Defesa de Israel anunciaram punição a oito soldados envolvidos na destruição de uma estátua de Jesus Cristo no Líbano: 30 dias de detenção militar para o soldado que quebrou a estátua e para o que fotografou o momento, seguidos de afastamento do serviço de combate.
  • Os outros seis militares presentes no local, que não intervieram nem reportaram o incidente, serão punidos separadamente.
  • A estátua danificada foi substituída pela mesma força, em coordenação com a comunidade local.
  • O incidente ocorreu na vila de Debel, no sul do Líbano, e gerou condenação pública; o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse estar chocado e entristecido.
  • A IDF afirmou que a investigação mostrou que a conduta dos soldados desviou-se das ordens e valores da instituição, reiterando que as operações no Líbano visam apenas o Hezbollah e outros grupos terroristas, não civis libaneses.

O soldado israelita que destruiu uma estátua de Jesus Cristo com um martelo no Líbano e outro que fotografou o momento vão cumprir 30 dias de detenção militar. Depois disso, serão afastados do serviço de combate, anunciaram as Forças de Defesa de Israel (IDF).

Além deles, seis militares presentes no local receberão sanções separadas por não intervirem ou denunciarem o ocorrido. A estátua danificada foi substituída pelo exército em coordenação com a comunidade local.

Medidas disciplinares e substituição da estátua

A IDF explicou que a conduta dos soldados divergiu das ordens e dos valores da força e expressou pesar pelo incidente. A ação ocorreu na vila de Debel, no sul do Líbano, gerando condenação pública após a divulgação de imagens online.

Reação oficial e contexto de operação

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse estar chocado com o caso. As autoridades lembram que as operações no Líbano visam o Hezbollah e outros grupos extremistas, não civis libaneses, mantendo o foco em ameaças à segurança.

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