- O presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, Manuel Imbamba, disse que a visita do Papa Leão XIV foi positiva e que ele saiu “feliz” da viagem a Angola.
- Imbamba afirmou que o Papa deixou recados “claros e transparentes” para Angola, enfatizando a construção de paz, o diálogo e a segurança baseada em Deus.
- Milhares de fiéis acompanharam o Papa na despedida, em Luanda, pela Nunciatura Apostólica e pelas ruas até ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, de onde partiu às 09h19 para Malabo.
- Durante a estada em Angola, o Papa pediu aos jovens que contribuam para um mundo melhor, ressaltou a importância de ouvir os mais velhos e criticou o extrativismo, a corrupção, a injustiça social e as superstições, defendendo diálogo, paz e reconciliação.
- A visita segue para a Guiné Equatorial, onde deverá abordar pluralismo político e liberdades cívicas; a viagem, de cerca de 18 mil quilómetros, termina com uma missa no estádio de Malabo.
O Papa Leão XIV encerrou a visita a Angola com um balanço considerado positivo pela CEAST. Manuel Imbamba, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, disse ter sido uma estadia satisfatória, cumprindo o programa previsto.
O arcebispo da Arquidiocese de Saurimo, que esteve em Luanda durante a visita papal, afirmou que o Santo Padre saiu feliz com a perceção da realidade religiosa, cultural e social no país. Os recados deixados, na visão dele, foram claros e transparentes.
Imbamba destacou a mensagem de valorização do outro e o impulso para o diálogo, apontando a necessidade de segurança baseada em Deus e no bem-estar comum, sem recorrer às armas ou à prepotência.
Após três dias em Angola, o Papa seguiu para Malabo, Guiné Equatorial, onde chegou de manhã, com milhares de fiéis a saudá-lo na Nunciatura Apostólica e nas ruas de Luanda, até ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, onde partiu às 09:19.
Em África, Leão XIV pediu foco nos jovens, o ouvir aos mais velhos, rejeitar o medo e criticar a corrupção, a injustiça social e a lógica extrativista, defendendo o diálogo, a paz e a reconciliação.
A próxima etapa é a Guiné Equatorial, onde o pontífice deve abordar pluralismo político e liberdades cívicas. A cerimónia de Malabo está prevista para o final da manhã local, com uma missa no estádio que encerra a viagem.
A visita pastoral, iniciada a 13 de abril e que incluiu Argélia e Camarões, percorre cerca de 18 mil quilómetros pelo continente africano, terminando em Malabo na quinta-feira.
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