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Chega tenta aprovação de castração química para agressores sexuais no Parlamento

Chega propõe castração química para abusadores sexuais no Parlamento, com consentimento e parte da pena; procurador diz que não cura nada

Proposta do Chega que propõe castração química entrou na sexta-feira no Parlamento
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  • O Chega apresentou no Parlamento um projecto de lei que prevê a aplicação da castração química aos agressores sexuais de crianças e aos violadores.
  • A medida seria uma pena acessória, aplicável apenas com consentimento do condenado e limitada a uma parte da sanção principal.
  • O procurador afirmou que a castração química sem tratamento “não cura nada”.
  • A proposta ainda está a ser discutida e não está implementada.

O Chega apresentou no Parlamento um projeto de lei que prevê a aplicação de uma pena acessória de castração química aos abusadores sexuais de crianças e aos violadores. A condição central é o consentimento do condenado, com a pena limitada a uma parte da sanção principal.

O desenho da medida obriga o consentimento do condenado para a aplicação da castração química. A aplicação ficaria restrita a apenas uma parcela da pena principal, segundo o texto do partido.

O procurador envolvido no tema afirmou que a castração química sem acompanhamento de tratamento não cura nem reduz, por si só, os abusos. A posição sublinha que a eficácia clínica é uma questão complexa.

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