- Annalena Baerbock, presidente da Assembleia-Geral da ONU, disse à Lusa que a seleção do próximo secretário-geral será uma questão de credibilidade para a organização.
- Segundo Baerbock, a credibilidade da ONU está em jogo na escolha do líder global.
- A afirmação destaca a importância histórica de ter uma mulher na liderança, mencionando que a ONU nunca teve uma mulher nesse cargo em 80 anos de história.
- A entrevista foi dada à agência Lusa.
- A notícia sublinha o peso simbólico e institucional da possível eleição de uma mulher para secretário-geral.
A presidente da Assembleia-Geral da ONU, Annalena Baerbock, afirmou à Lusa que a seleção do próximo secretário-geral será uma questão de credibilidade para a organização. Diz que, ao longo de 80 anos, a ONU nunca teve uma mulher na liderança.
Baerbock acrescentou que o processo de escolha ocorre em moldes que testam a imagem da ONU no cenário internacional, num momento em que diferentes candidaturas competem pela liderança da organização.
A afirmação da dirigente foi publicada pela agência Lusa, sem definição de data, e enquadra-se no contexto da eleição que se aproxima para o posto máximo da ONU. O objetivo declarado é manter a confiança global nas instituições internacionais.
Contexto da eleição
Estão a ser avaliadas as candidaturas e os critérios de seleção pela comunidade internacional, com impacto direto na legitimidade da direção da organização. A discussão pública sobre liderança feminina na ONU ganha especial relevância no atual debate global sobre igualdade de género.
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