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Jovem condenado a três anos de internamento por matar a mãe em Vagos

Tribunal aplica internamento de três anos em centro educativo a jovem de 14 anos pela morte da mãe em Vagos, em regime fechado

Tribunal de Família e Menores de Aveiro, que funciona no Tribunal Judicial de Aveiro, aplicou ao jovem acusado de matar a mãe em Vagos a medide de rrês anos de internamento em centro educativo
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  • O Tribunal de Família e Menores de Aveiro aplicou ao jovem de 14 anos a medida tutelar educativa de internamento em centro educativo, em regime fechado, por três anos, pela morte da mãe em Vagos.
  • O crime ocorreu a 21 de outubro de 2025; o jovem confessou e mostrou-se pouco emotivo, sem demonstrar arrependimento.
  • O juiz destacou a frieza na descrição dos factos, sem apontar uma razão para o ataque, e indicou que não existia um ambiente de violência que previsse o desfecho.
  • O relatório médico-legal não identificou patologia psiquiátrica maior, mas apontou traços psicopáticos significativos, sugerindo ausência de empatia e risco de violentos.
  • A medida fica sujeita a revisão semestral; o jovem deverá ser internado no Centro Educativo Santo António, no Porto, com acompanhamento pedopsiquiátrico mensal e psicológico regular, e o pai e o irmão receberão apoio psicológico especializado.

O Tribunal de Família e Menores de Aveiro decidiu, nesta sexta-feira, 17 de Abril, aplicar ao jovem de 14 anos a medida tutelar educativa de internamento em centro educativo, em regime fechado, pelo período de três anos. A decisão fica sujeita a revisões semestrais.

A leitura do acórdão revelou que o rapaz matou a mãe, Susana Gravato, vereadora no município de Vagos, com dois tiros na cabeça, na casa onde residiam, no dia 21 de Outubro de 2025. O tribunal deu como provado o crime e teve em conta o depoimento do menor, que confessou.

O jovem apresentou uma postura emocional pouco expressiva durante o relato, sem demonstrar arrependimento. Mantinha a expressão facial ao descrever o sucedido e não apontou uma razão para o atentado contra a progenitora.

Contexto do caso

O tribunal destacou a frieza de ânimo, descrevendo o segundo disparo após a mãe dizer que tudo estava bem. Relatos médicos indicaram ausência de patologia psiquiátrica maior que explicasse o crime, embora se verifiquem traços psicopáticos significativos, com ausência de empatia e remorso.

A decisão prevê ainda acompanhamento pedopsiquiátrico mensal e apoio psicológico semanal ou quinzenal para o jovem. O pai e o irmão devem beneficiar de apoio psicológico especializado.

O internamento deverá ocorrer preferencialmente no Centro Educativo Santo António, no Porto, onde o jovem já cumpria a medida cautelar de guarda em centro educativo em regime fechado. A pena é de três anos, com possível ajuste a cada seis meses.

Outros pontos relevantes

Após a leitura, a juíza afastou jornalistas e público da sala de audiência. O jovem foi informado do teor da decisão numa sala separada. Foi dada como provada a movimentação da casa após o crime, incluindo a remoção de dinheiro oriundo de diferentes moedas e a ocultação da arma.

A investigação indica que o jovem levou cerca de 32 mil euros, além de dólares, para uma mochila antes de agir. A mãe tentou acalmar o filho durante o incidente, que resultou na morte da vereadora.

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Três anos de internamento em centro educativo para jovem que matou mãe em Vagos
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  • O Tribunal de Família e Menores de Aveiro aplicou hoje ao jovem acusado de matar a mãe em Vagos a medida tutelar educativa de internamento em centro educativo, em regime fechado.
  • A duração da medida é de três anos.
  • A decisão foi tomada no âmbito de um processo que envolve o crime em questão em Vagos.
  • O internamento decorre em centro educativo, com regime de monitorização e supervisão próprios da medida educativa.

O Tribunal de Família e Menores de Aveiro aplicou hoje uma medida tutelar educativa de internamento em centro educativo, em regime fechado, a um jovem acusado de matar a mãe em Vagos. A decisão foi tomada no tribunal, em Aveiro.

A medida tem a duração de três anos. Segundo o tribunal, visa assegurar a responsabilização do jovem e a proteção da comunidade, mantendo a vigilância educativa.

O caso ocorreu em Vagos, envolvendo o jovem como arguido no crime de homicídio contra a mãe. A decisão baseia-se na gravidade do crime e na necessidade de acompanhamento e supervisão educativa.

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