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Tiago Antunes não atinge dois terços de votos para provedor de Justiça

Tiago Antunes não reuniu os dois terços de votos necessários para ser eleito provedor de Justiça, obtendo 104 votos num escrutínio secreto

Tiago Antunes
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  • Tiago Antunes falhou a eleição para provedor de Justiça, não atingindo os dois terços de votos necessários.
  • Na votação secreta, Antunes obteve 104 votos, com 86 brancos e 36 nulos, sendo necessário 154 votos a favor para a maioria qualificada.
  • O cargo de provedor de Justiça está vago desde o início da legislatura, após Maria Lúcia Amaral deixar o cargo para funções no Governo.
  • A candidatura foi apresentada pelo Partido Socialista, em acordo com o Partido Social Democrata; a bancada do PSD orientou votar a favor, segundo a mesma fonte.
  • A eleição para o conselho de opinião da RTP foi adiada devido dúvidas sobre deputados do Chega propostos para o órgão; havia oposição de Iniciativa Liberal e Chega.

Tiago Antunes não reuniu os dois terços de votos necessários para ser eleito provedor de Justiça. A votação decorreu hoje no Parlamento, em regime de voto secreto. O resultado aponta para 104 votos a favor, com 86 brancos e 36 nulos, aquém dos 154 necessários para a maioria qualificada.

A eleição para o provedor de Justiça, órgão externo do Parlamento, estava prevista desde o início da legislatura. Antunes foi indicado pelo PS, após acordo com o PSD, mas a candidatura ficou longe do apoio necessário entre as bancadas.

A mesma sessão viu o adiamento da eleição para o conselho de opinião da RTP, devido a dúvidas sobre deputados do Chega propostos para aquele órgão. O desfecho da disputa de hoje dependeu do apoio de várias formações políticas, incluindo a esquerda parlamentar.

Contexto e envolvimentos

Segundo fonte parlamentar, o PSD orientou os seus deputados a votar a favor de Antunes durante uma reunião da bancada. A orientação foi dada pelo líder Hugo Soares, que também destacou o currículo académico do ex-secretário de Estado.

A candidatura de Antunes surge num cenário em que a votação depende de acordos bilaterais entre PS, PSD, Iniciativa Liberal e Chega. A IL já indicou oposição à sua eleição, o que reforça o desafio de alcançar o quórum exigido.

Antunes já foi secretário de Estado em governação socialista e, mais recentemente, é professor de Direito na Universidade de Lisboa. Relativamente à independência, afirmou aos deputados que não teve militância partidária desde que deixou funções governativas.

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