- A IL afirmou que o nome de Tiago Antunes para provedor de Justiça não garantia idoneidade e desafiou o PS a apresentar uma nova candidatura que assegure as condições para o cargo.
- O líder parlamentar da IL, Mário Amorim Lopes, disse que o escrutínio do passado de Antunes foi feito pela IL, destacando alegadas “sombras” e uma “máquina socrática” que não qualificavam a pessoa para o cargo.
- A IL elogiou Rui Rocha, dizendo que foi o único a realizar o escrutínio adequado e que o resultado da eleição evidencia que a democracia está a funcionar.
- O PS foi instado pela IL a indicar uma nova pessoa que garanta as condições para ocupar o provedor da Justiça.
- Tiago Antunes, antigo secretário de Estado socialista, falhou a eleição ao provedor de Justiça, obtendo 104 votos favoráveis de um total de 230 deputados, ficando abaixo dos 154 necessários para maioria qualificada. A votação teve 86 votos brancos e 36 nulos.
Tiago Antunes falhou a eleição para o cargo de provedor de Justiça, não reunindo a maioria qualificada necessária. A escolha foi indicado pelo PS, após acordo com o PSD, mas não logrou obter os 154 votos a favor.
O líder da IL, Mário Amorim Lopes, afirmou aos jornalistas no parlamento que o escrutínio ao passado do candidato era essencial e que a idoneidade para o cargo não esteve assegurada pela avaliação apenas do mérito profissional ou académico. Alega-se que houve influência de uma estratégia mediática que prejudicou a perceção pública.
O deputado Rui Rocha foi o único a acompanhar o tema de forma mais incisiva, segundo o líder da bancada liberal, e o resultado refletiu a atuação prevista pela IL, que considerou que a eleição não deveria prosseguir com aquele nome.
Resultados e próximos passos
A votação, por voto secreto, registou 104 votos favoráveis, 86 brancos e 36 nulos, com a maioria necessária a ficar aquém. No total, 230 deputados participaram na votação.
A eleição não cumpriu o quórum exigido para permitir a nomeação do provedor. O PS foi instado pela IL a apresentar um novo candidato que garanta as condições para o cargo.
A IL clarifica que não se posiciona sobre questões fora do escrutínio do passado, mantendo o foco na necessidade de idoneidade para o provedor da Justiça. O Parlamento aguarda novas delimitações sobre o eclodir da próxima etapa.
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