- O Ministério Público de Coimbra mantém activa a investigação sobre alegados abusos pelas hierarquias do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.
- Em Dezembro de 2024, houve um arquivamento parcial, com base na ausência de queixas à polícia sobre crimes contra a liberdade sexual, onde o assédio se enquadra.
- Por isso, os procuradores não podem investigar esses casos específicos que dependem de queixas formais.
- O centro é dirigido por Boaventura de Sousa Santos, que sustenta que as acusações são “fantasiosas”.
- A notícia sobre o arquivamento parcial foi divulgada pela agência Lusa, citando informações do inquérito.
O Ministério Público (MP) de Coimbra mantém em curso a investigação sobre alegados abusos cometidos pelas hierarquias do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra. A decisão de arquivamento é parcial e recua até dezembro de 2024, fundamentada pela ausência de queixas de crimes contra a liberdade sexual nas autoridades policiais.
O processo não avança nesses crimes específicos porque não existem queixas formais, conforme explicou a advogada Lara Roque Figueiredo, representante de quatro denunciantes, em reação à notícia anterior da agência Lusa sobre o arquivamento do inquérito relacionado com alegadas situações de assédio.
Boaventura de Sousa Santos, fundador e diretor do CES, mantém que as acusações são infundadas, descrevendo-as como fantasiosas. A situação, que se arrasta há meses, continua sob análise no MP de Coimbra, com decisões futuras dependentes de novas informações ou denúncias que possam ser apresentadas.
Situação Atual
O inquérito permanece ativo, embora o MP tenha decidido arquivar parte dele por falta de queixas de assédio sexual às autoridades competentes. Não foram apresentadas novas informações públicas que alterem o estado do processo ou ampliem o âmbito investigado no CES.
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