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Homem detido por terrorismo por lançar cocktail molotov contra Marcha pela Vida

Homem detido por suspeita de terrorismo lançou cocktail molotov contra participantes na Marcha pela Vida, em Lisboa, e aguarda novo interrogatório

Garrafa com gasolina lançada sobre participantes na Marcha Pela Vida, em Lisboa
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  • Homem de 39 anos foi detido pela Polícia Judiciária, fora de flagrante, por suposto lançamento de um cocktail molotov contra participantes na Marcha pela Vida, a 21 de março, em Lisboa, frente à escadaria da Assembleia da República, com motivação ideológica.
  • Já tinha sido detido pela polícia por indícios de detenção de arma proibida; são-lhe ainda atribuídas infrações terroristas, incêndio, explosão e ofensas à integridade física grave.
  • A PJ realizou dezenas de diligências desde que lhe foi delegada a investigação, culminando com mandado de detenção e de busca e apreensão, que permitiu a apreensão de elementos que indicam o móvil ideológico.
  • O detido, de 39 anos, vai apresentar-se no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa para novo interrogatório, com aplicação de coação por decidir.
  • O ministro da Administração Interna reconheceu a possibilidade de o crime ser de natureza terrorista, em comentário ligado ao caso, que está a ser investigado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

Três parágrafos iniciais de texto antes do primeiro subtítulo.

Um homem, de 39 anos, foi detido pela Polícia Judiciária fora de flagrante, por suspeita de lançar um cocktail molotov durante a Marcha pela Vida junto à escadaria da Assembleia da República, em 21 de março. O ato ocorreu num contexto de alegado motivo ideológico, envolvendo participantes da manifestação, entre os quais crianças e famílias presentes.

A investigação, conduzida pela PJ após delegação de competência, incluiu dezenas de diligências e a primeira ação de detenção pela PSP por detenção de arma proibida. Foram cumpridos mandados de detenção e busca e apreensão, com a apreensão de meios que indiciam o móvel ideológico.

O detido passa a ser acusado também de infrações terroristas, incêndio e explosão, bem como de outras condutas especialmente perigosas e de ofensas à integridade física grave. O caso encontra-se sob a alçada do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa (DCIAP).

Investigação e próximos passos

O Ministério Público deverá prosseguir com o inquérito e já agendou novo interrogatório no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, para avaliação de medidas de coação. O objetivo é determinar a adequação das medidas a aplicar ao arguido.

Conhecida a natureza da operação, o ministro da Administração Interna explicou que o episódio pode configurar crime de terrorismo, dada a violência empregue e o alvo, ainda que não haja confirmação oficial à data. A polícia mantém a investigação em segredo de justiça até finalização do inquérito.

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