- A polícia judiciária desmantelou uma organização internacional que prestava serviços de branqueamento de capitais a lojistas da Varziela, em Vila do Conde.
- A operação aponta que a rede conseguiu lavar e enviar para a China mais de cinquenta milhões de euros, sendo quarenta e um milhões em dinheiro vivo.
- O dinheiro era recolhido em sacos pretos com milhares de euros nas lojas da chamada “Chinatown” de Vila do Conde.
- Seguidamente, os suspeitos depositavam o dinheiro em várias agências bancárias do Grande Porto, em contas de dezenas de empresas de fachada.
- Através de faturação fictícia dessas firmas, o dinheiro era enviado para a China sem pagamento de impostos.
Uma organização internacional, já desmantelada pela Polícia Judiciária, prestava serviços de branqueamento de capitais a lojistas da Varziela, em Vila do Conde. A investigação aponta para lavagem de mais de 50 milhões de euros, com 41 milhões em dinheiro vivo.
Segundo as informações, o grupo desenrolava rondas diárias por lojas da chamada “Chinatown” local para recolher sacos com milhares de euros em notas. O dinheiro era depositado em várias agências bancárias do Grande Porto.
A partir de contas de dezenas de empresas de fachada, as verbas eram faturadas ficticiamente, permitindo o envio dos montantes para a China sem pagamento de impostos. A operação terá mobilizado depósitos dispersos em várias instituições.
Operação e implicados
A PJ não divulgou o número de detenções nem identidades, mantendo a investigação em curso. A rede atuava de forma organizada, com rotas e métodos para dissimular a origem dos capitais. Os próximos passos da operação devem esclarecer as responsabilidades individuais.
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