- Os brasões florais voltaram a Lisboa, para comemorar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa.
- Desta vez foram instalados no relvado em frente à Assembleia da República, junto às esculturas dos leões.
- O conjunto inclui dois brasões: um com as quinas nacionais e outro com os corvos de Lisboa.
- Três arquitectos paisagistas discutem a opção de exibir estes brasões no espaço da AR.
- Os brasões já tinham estado na zona monumental de Belém, onde foram retirados do Jardim da Praça do Império, gerando polémica.
Os brasões florais voltaram a estar visíveis em Lisboa, desta vez em apoio às comemorações dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa. Surgiram no relvado junto às escadas exteriores da Assembleia da República.
A instalação inclui dois brasões: um com as quinas nacionais e outro com os corvos de Lisboa. A escolha está a ser analisada por três arquitectos paisagistas, que discutem opções de apresentação e integração no espaço público.
Anteriormente, estes elementos foram removidos da zona monumental de Belém, onde foram substituídos por intervenções de pedra e geraram polémica. O regresso às portas da AR marca uma nova leitura museológica do património vegetal urbano.
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