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Irmandade da Lapa organiza exposição sobre Camilo Castelo Branco

Exposição multimédia no Porto revela objetos inéditos de Camilo Castelo Branco, incluindo óculos, tinteiros e o revólver da morte, a partir de 14 de abril

Imagem de contexto do artigo Óculos, tinteiros e até um revólver: Irmandade da Lapa organiza exposição sobre Camilo Castelo Branco
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  • A Irmandade da Lapa inaugura, no Porto, a exposição multimédia “Camilo e a Lapa” a 14 de abril às 18 horas, com abertura ao público no dia seguinte, 15 de abril.
  • A mostra, integrada nas comemorações dos 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco, fica com entrada livre e pode ser visitada de terça a sexta, entre as 14h30 e as 18h30, até 29 de maio.
  • Distribuída em quatro núcleos, a exposição apresenta objetos pessoais em formato virtual, documentos-chave e correspondência com Ana Plácido, revelando uma faceta mais íntima do escritor.
  • Destacam-se itens inéditos como óculos, tinteiros, penas, cartas manuscritas e o revólver ligado à morte de Camilo, bem como uma cronologia ilustrada da sua vida.
  • Depois da apresentação inicial, a exposição será itinerante pelos municípios do Programa Camiliano, com apoio da CCDR Norte, e planeia uma instalação permanente no futuro Museu da Lapa.

A Irmandade da Lapa apresenta a exposição multimédia Camilo e a Lapa, integrada nas celebrações dos 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco. A mostra estreia a 14 de abril, às 18h, no Porto, e fica aberta ao público a partir de 15 de abril.

O espaço da Irmandade da Lapa, na Igreja da Lapa, recebe o público de terça a sexta, entre as 14h30 e as 18h30, até 29 de maio. A entrada é livre e o percurso permite conhecer a vida e o universo do escritor.

A exposição, dividida em quatro núcleos, apresenta objetos pessoais em formato virtual e documentos relevantes para o legado de Camilo. Destacam-se cartas com Ana Plácido e itens inéditos como óculos, tinteiros, penas, cartas manuscritas e o revólver relacionado à sua morte. Uma cronologia ilustra os momentos-chave da vida.

A mostra reforça a ligação entre Camilo Castelo Branco, Porto e a Irmandade da Lapa, com referência ao sepultamento no cemitério da instituição. Depois da apresentação, o projeto deve itinerar pelos municípios aderentes ao Programa Camiliano, com apoio da CCDR Norte, e ter instalação permanente no futuro Museu da Lapa.

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