- Em 13 de abril de 2026, a Cruz Vermelha Libanesa inspecionou ambulâncias atingidas por ataques israelitas em Tiro, enquanto equipas de salvamento removiam escombros na aldeia de Maaroub.
- O conflito intensifica-se no sul do Líbano, com Israel a ampliar a ofensiva contra o Hezbollah, o que suscita preocupações sobre o acesso humanitário e a segurança dos civis, gerando repetidas interrupções nas operações de resgate.
- Israel afirma ter cercado e avançado para tomar Bint Jbeil, a cerca de cinco quilómetros da fronteira, após ter morto mais de uma centena de combatentes do Hezbollah na última semana.
- A zona tornou‑se um dos principais focos de tensão, com o exército israelita perto de controlar totalmente a cidade em combate urbano, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF).
- Reuniões diplomáticas previstas para 14 de abril, em Washington, com mediação dos Estados Unidos, para definir um cessar‑fogo e um plano de desescalada ao longo da fronteira.
Os voluntários da Cruz Vermelha Libanesa inspecionaram ambulâncias danificadas em Tiro e ajudaram equipes a remover escombros na aldeia de Maaroub, no Líbano, na segunda-feira, 13 de abril de 2026. Os ataques israelitas provocaram danos significativos a infraestruturas humanitárias na região.
Equipes de resgate relataram interrupções repetidas nas operações devido aos bombardeamentos contínuos na área sul do Líbano. As ações ocorreram num contexto de ofensiva israelita contra o Hezbollah, aumentando as preocupações com o acesso humanitário e a segurança de civis.
A tensão envolve Bint Jbeil, cidade a cerca de 5 quilómetros da fronteira, onde o Exército de Defesa de Israel afirma aproximar‑se do controlo total, enquanto o Hezbollah diz resistir aos avanços desde o interior da cidade. Bombardeamentos de artilharia e ataques aéreos prosseguiram, principalmente em Bint Jbeil e arredores, segundo a Agência Nacional de Informação do Líbano (NNA).
Progresso diplomático e contactos
Reuniões diplomáticas entre responsáveis israelitas e libaneses estão previstas para 14 de abril, em Washington, com mediação norte‑americana. O objetivo é definir um cessar‑fogo e um plano de desescalada ao longo da fronteira volátil. As partes buscam estabilizar a região e assegurar corredores humanitários.
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