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Corrupção 2025: Porto acusa, Lisboa arquiva; 10 acusações no ano

Relatório aponta apenas dez acusações de corrupção em 2025; Lisboa arquivou a maioria, e a Polícia Judiciária é apontada como causa de atrasos nas investigações

Ministério Público diz que atrasos têm origem na Polícia Judiciária
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  • Em 2025, o Ministério Público efetuou apenas 10 acusações no âmbito da corrupção, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).
  • O DIAP do Porto produziu quatro acusações, seguidas pelos DIAP de Aveiro e Leiria, ambos com quatro e dois respetivamente.
  • Em Lisboa, houve 57 processos de corrupção arquivados, um valor inferior ao de Braga, com 84 arquivamentos.
  • Na área económico-financeira, Lisboa lidera em crimes de fraude fiscal (21) e branqueamento de capitais (44), e também nos arquivamentos de abuso de poder (84), branqueamento (165), peculato (25), abuso de confiança fiscal (522) e burlas (6.553).
  • O RASI indica um aumento de 22% dos inquéritos iniciados em 2025 na criminalidade económico-financeira, com o branqueamento a registar o maior crescimento; para 2026, prevê-se um risco de aumento de crimes de corrupção ligados à área da saúde, devido a falhas de recursos e protocolares contratação.

O Ministério Público divulgou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2025, revelando apenas 10 acusações de corrupção. O documento agrega dados da criminalidade participada às autoridades, apontando o desempenho por tribunais e comarcas.

O Porto destacou quatro acusações, seguido pelos DIAP de Aveiro e Leiria, com dois casos. Em Lisboa, a tendência foi o inverso: 57 arquivamentos, frente aos 84 da Comarca de Braga. A Criminalidade económico-financeira apresentou números relevantes por comarca.

Em Lisboa, as acusações de fraude fiscal somaram 21, enquanto branqueamento de capitais chegou a 44. No que toca a arquivamentos, a mesma comarca liderou abusos de poder (84), branqueamento (165), peculato (25), abuso de confiança fiscal (522) e burlas (6553).

Para 2025, o RASI indica um aumento de 22% nos inquéritos iniciados na área, com branqueamento no topo do crescimento, seguido pela corrupção ativa.

Para 2026, o relatório antecipa um potencial aumento de crimes ligados à área da Saúde, sobretudo em contratações de bens e serviços, devido à insuficiência de recursos humanos, estruturas e equipamentos.

No Relatório de Execução da Política Criminal, a Procuradoria-Geral da República atribui à Polícia Judiciária atrasos nas investigações, influenciados por alterações nas equipas.

No entanto, o RASI aponta reforço efetivo da PJ na investigação da corrupção e da criminalidade económico-financeira.

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