- A Academia Portuguesa de Cinema indicou duas longas para representar Portugal na categoria de Melhor Filme Ibero-americano: Banzo, de Margarida Cardoso, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho.
- Banzo foi indicado ao Prémio Ariel, do México, e ao Prémio Sur, da Argentina; O Riso e a Faca foi escolhido para o Prémio Grande Otelo, no Brasil.
- Banzo é uma ficção de época ambientada em 1907 numa ilha tropical africana, com Carloto Cotta no papel de médico enviado pela metrópole para cuidar de escravos que sofrem de profunda tristeza.
- O Riso e a Faca estreou em Cannes no ano passado, soma seis nomeações aos Prémios Sophia 2026 e recebeu distinções em festivais como Valladolid e Montreal.
- O Prémio Grande Otelo é a principal distinção do cinema brasileiro; Ariel reconhece a excelência latino-americana e Sur privilegia obras ibero-americanas, refletindo a diversidade da produção cinematográfica.
A Academia Portuguesa de Cinema indicou duas longas para representar Portugal nas categorias de Melhor Filme Ibero-americano. As escolhas foram anunciadas para os prémios Ariel, Otelo e Sur.
Banzo, de Margarida Cardoso, integra as nomeações para o Ariel, da Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas, e para o Sur, da Argentina. O filme é uma ficção de 1907, numa ilha tropical africana, sobre a violência colonial e o trabalho escravo.
O Riso e a Faca, de Pedro Pinho, foi selecionado para o Prémio Grande Otelo, do Brasil. O filme estreia-se em Cannes e soma seis nomeações aos Prémios Sophia 2026, incluindo Melhor Filme.
Banzo: dados e contexto
Banzo é escrito e dirigido por Margarida Cardoso. A narrativa foca um médico da metrópole enviado para tratar escravos que perecem de tristeza profunda. O termo banzo descreve a nostalgia extrema dos escravizados.
O Riso e a Faca: percurso e produção
O Riso e a Faca contou com Sérgio Coragem, Cléo Diára e Jonathan Guilherme no elenco. A produção é da Uma Pedra no Sapato, com coproduções internacionais. O filme marcou presença em Cannes e recebeu prémios em festivais.
A Academia Portuguesa de Cinema realça que estas indicações evidenciam a diversidade e a vitalidade da cinefilia nacional, bem como o reconhecimento internacional dos seus criadores.
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