- O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou que a Marinha bloqueie imediatamente o Estreito de Ormuz, após as negociações com o Irão em Islamabad terminarem sem acordo.
- Trump disse, numa publicação, que instruiu a Marinha a interditar embarcações em águas internacionais que paguem portagem ao Irão.
- O objetivo é aumentar a pressão, com o Paquistão a pedir contenção e o cessar-fogo a ficar em suspenso.
- As negociações em Islamabad duraram vinte e uma horas e terminaram sem acordo, com o vice-presidente norte‑americano, JD Vance, a considerar o resultado um fracasso do Irão em aceitar condições.
- O Irão reconheceu progressos parciais, mas apontou lacunas; o Paquistão pediu que as partes mantenham o compromisso de cessar-fogo e continuem o diálogo nos próximos dias.
Donald Trump ordenou o bloqueio do Estreito de Ormuz depois de conversações com o Irão em Islamabad terminarem sem acordo. A medida foi anunciada horas após o encerramento das negociações entre EUA e Irão, em território paquistanês.
A Marinha dos EUA foi instruída a bloquear embarcações que paguem portagem ao Irão em águas internacionais. O objetivo, segundo Washington, é impedir atividades nucleares iranianas e aumentar a pressão estratégica.
JD Vance, vice-presidente dos EUA, classificou o resultado como falha do Irão em aceitar condições claras. A Administração manteve que apresentou a melhor oferta final para evitar armas nucleares iranianas.
O Irão reagiu com declarações diversas, destacando lacunas em questões cruciais. Mohammad Bagher Qalibaf afirmou que Teerão veio com boa fé, mas a confiança não foi alcançada.
O Paquistão, anfitrião das negociações, apelou à continuidade do diálogo. Ishaq Dar pediu que as partes mantenham o compromisso de cessar-fogo e facilitem o processo de paz nos próximos dias.
Acompanhamento e próximos passos
As autoridades dos EUA e do Irão não divulgaram detalhes sobre eventuais novas negociações. Enquanto isso, o Paquistão continuará a facilitar contatos entre as partes, segundo as autoridades paquistanesas.
Entre na conversa da comunidade