- A Assembleia da República aprovou, por unanimidade, o levantamento da imunidade ao deputado do Chega João Ribeiro.
- O processo por difamação corre no Tribunal Judicial da Comarca de Castelo Branco, círculo pelo qual o deputado foi eleito nas eleições legislativas do ano passado.
- João Ribeiro, 38 anos, com experiência em gestão no Ensino Superior e como administrador, enfrenta o processo relacionado com um diferendo empresarial.
- O deputado afirmou que nunca se opôs ao levantamento da imunidade e que o Chega também não se opõe à medida.
- Ribeiro é membro da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, suplente na Comissão de Economia e Coesão Territorial e vice-presidente da Comissão da Reforma do Estado e Poder Local.
A Assembleia da República aprovou, esta sexta-feira, por unanimidade, o parecer da Comissão da Transparência que autoriza o levantamento da imunidade ao deputado do Chega, João Ribeiro. O processo por difamação corre no Tribunal Judicial da Comarca de Castelo Branco, onde o deputado foi eleito no último ato eleitoral.
João Ribeiro tem 38 anos, trabalha na gestão do Ensino Superior e é administrador de profissão. O caso surgiu a partir de uma acusação de extorsão, que deu origem ao processo por difamação, conforme o parecer aprovado pelos deputados.
O deputado integra a Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública e é suplente na Comissão de Economia e Coesão Territorial. Também ocupa a vice-presidência na Comissão da Reforma do Estado e Poder Local. O processo insere-se no contexto de uma disputa empresarial entre as partes envolvidas.
Situação processual e posições
A posição do Parlamento foi aprovada sem abstenções. Ribeiro afirmou, à agência Lusa, que não se opôs ao levantamento da imunidade parlamentar e que o Chega também não se opõe a esse passo. A investigação mantém-se centrada nos factos do pleito empresarial que motivam a acusação.
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