- Repsol Exploration Murzuq S.A. (REMSA), com a cooperação da National Oil Company (NOC), descobriu novos jazigos na bacia de Murzuq, a cerca de 800 quilómetros de Tripoli, com produção de 763 bpd de crude, 327 barris de condensado por dia e 51 milhões de pés cúbicos de gás. A perfuração ocorreu a uma profundidade de 4.325 pés.
- Este poço é o quinto dos oito compromissos contratuais da Repsol com a NOC, no âmbito do acordo de divisão de exploração e produção de 2008.
- Em conjunto com a Sonatrach, a SIPEX (filial líbia) reportou condensado e gás na bacia de Ghadamus, a cerca de 600 quilómetros a sudoeste de Tripoli, com taxas de produção de 13 milhões de pés cúbicos de gás e 327 milhões de barris de condensado por dia.
- A SIPEX/NOC encerrou as operações naquele poço como parte do sexto dos oito poços previstos nos compromissos da Sonatrach com a Líbia.
- A italiana ENI, filial para a África do Norte, concluiu a perfuração de um poço a cerca de 100 quilómetros da costa, com fluxos de dois pontos a atingir 38 milhões de pés cúbicos, no último dos nove compromissos da empresa com a Líbia.
- O anúncio ocorre num contexto de crise energética global, marcada por conflitos no Médio Oriente.
Repsol, Eni e Sonatrach anunciaram novas descobertas de petróleo e gás na Líbia, em parceria com a NOC. Os resultados envolvem gás, condensado e crude, avaliados pela REMSA no interior líbio.
Na bacia Murzuq, a REMSA, com a NOC, reporta 51 milhões de pés cúbicos de gás, 327 barris de condensado por dia e 763 barris de crude por dia, a 4.325 pés de profundidade. A exploração ocorreu a 800 km de Trípoli.
A outra frente surge na bacia de Ghadamus, com a SIPEX/ Sonatrach, onde foram registadas 13 milhões de pés cúbicos de gás e 327 milhões de barris de condensado por dia. O poço corresponde ao sexto dos oito acordos.
Na costa líbia, a ENI, filial North Africa, perfurou um poço que revelou um “novo gás” com fluxos de 38 milhões de pés cúbicos, em dois pontos, no último dos nove compromissos com o país.
A NOC também destaca que os resultados reforçam a cooperação com as companhias, num momento de procura por estabilidade energética global, sem implicar julgamentos sobre impactos geopolíticos.
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