- Ativista afegã Khadija Amin acusa a União Europeia de ter perdido o interesse nas mulheres e raparigas do Afeganistão.
- Afirma que o regime talibã aumenta o apartheid por razões de sexo, especialmente para as meninas.
- As declarações foram feitas durante um evento em Madrid, organizado pelo Clube das 25, dirigido por Cristina Almeida.
- A sessão decorreu na sede da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, com a presença de peritas jurídicas, especialistas em direitos humanos e refugiadas.
- A iniciativa visa dar visibilidade à situação enfrentada pelas mulheres sob o governo talibã.
A jornalista e ativista afegã Khadija Amin afirma que a União Europeia deixou de ter interesse nas mulheres do Afeganistão, denunciando um agravamento do apartheid por género, especialmente contra as raparigas. A fala ocorreu durante um evento em Madrid.
O encontro decorreu na sede da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID). Reuniram-se peritas jurídicas, profissionais de direitos humanos e refugiadas para dar visibilidade à situação no país.
O evento foi organizado pelo Clube das 25, movimento liderado pela advogada Cristina Almeida, com o objetivo de abordar a crise das mulheres sob o regime talibã e sensibilizar a comunidade internacional.
Entre os participantes estiveram representantes de instituições espanholas e organizações não governamentais, que discutiram medidas de proteção, assistência e advocacy de direitos humanos para as mulheres afegãs.
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