- Yago de la Cierva, responsável pela organização da viagem do Papa Bento XVI a Espanha em agosto de 2011, revelou a tentativa de colocar Fernando Alonso a conduzir o papamóvel.
- Em reunião de 2011, perguntaram se o piloto poderia conduzir; a resposta foi de indignação e deixaram claro que seria “de maneira nenhuma”.
- Mesmo assim, o organizador tentou defender a ideia, dizendo que o Alonso sabia conduzir e que o Papa não corria perigo, mas a decisão foi manter um oficial da Polícia Nacional a conduzir.
- A mesma hipótese voltou a ser discutida para a próxima visita do Papa Leão XIV a Espanha, marcada para junho deste ano.
Em agosto de 2011, Yago de la Cierva, responsável pela organização da viagem do Papa Bento XVI a Espanha, testou uma ideia improvável: que o papamóvel fosse conduzido por Fernando Alonso, então piloto de Fórmula 1. O objetivo era explorar um formato distinto para o evento.
A resposta oficial foi rápida: a organização afirmou que a condução só poderia ficar a cargo de um agente da Polícia Nacional, rejeitando a sugestão. De la Cierva recorda o episódio com humor, mas sem veracidade na proposta para o Papa colocar em risco a segurança.
A mesma hipótese voltou a ser discutida para a próxima visita do Papa, prevista para junho deste ano, segundo o organizador. O foco continua em manter padrões de segurança e protocolo, sem comprometer a cerimónia pública.
Tentativa anterior e andamento da próxima visita
- Yago de la Cierva relembra o episódio de 2011 e a recusa oficial.
- A conversa foi reiterada para a visita prevista de junho, mantendo o protocolo como prioridade.
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