- O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, afirmou, no parlamento, que haverá uma revolução no ensino da língua portuguesa no estrangeiro.
- A proposta do novo regime jurídico, redigida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, já está finalizada e a ser co-analisada com o Ministério das Finanças.
- Depois disso, o regime será negociado com os sindicatos.
- O objetivo é tratar como prioridade a melhoria do ensino da língua portuguesa no estrangeiro.
- O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e o ministro disseram que as remunerações dos professores não foram revistas desde 2009.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, afirmou no parlamento que o ensino da língua portuguesa no estrangeiro vai sofrer uma revolução. A afirmação foi feita durante uma audição regimental na Comissão dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.
Rangel explicou que a proposta de um novo regime jurídico para o ensino no exterior já está finalizada. A redação está a ser co-analisada com o Ministério das Finanças e, posteriormente, será sujeita a negociação com os sindicatos.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, acompanhou o ministro na sessão. Ambos lamentaram que as remunerações dos docentes não tenham sido revistas desde 2009, apontando esse facto como ponto de atenção nas negociações.
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