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Comandante dos Famalicenses mantém posição apesar da investigação

Direção mantém o comandante Bruno Alves no cargo, apesar de investigação da Polícia Judiciária por suspeita de participação económica e falsificação de documentos

Polícia Judiciária de Braga fez buscas no quartel dos Bombeiros Famalicenses
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  • A Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Famalicenses manteve Bruno Alves no comando, apesar de estar a ser investigado pela Polícia Judiciária de Braga.
  • Forças da Brigada de Combate ao Crime Económico realizaram buscas no quartel para apurar participação económica em negócio e falsificação de documentos envolvendo Bruno Alves e António Meireles.
  • Amadeu Carneiro disse que, para já, não existem motivos para pedir a demissão do comandante e que não houve constituição de arguido.
  • A investigação envolve um contrato com o supermercado de propriedade da mulher de Bruno Alves para fornecimento de bens aos bombeiros, entre outros aspetos, incluindo escalas de serviço do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para possíveis pagamentos indevidos.
  • O comandante não prestou declarações ao Leitor (CM) quando contactado.

A Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Famalicão manteve o comandante Bruno Alves no cargo, mesmo com a investigação em curso pela Polícia Judiciária de Braga. Na terça-feira, equipas da Brigada de Combate ao Crime Económico efetuaram buscas no quartel, com suspeitas envolvendo participação económica em negócio e falsificação de documentos ligados ao comandante e ao antigo presidente da Direção, António Meireles.

Amadeu Carneiro, responsável pela gestão dos Corpos Sociais, afirmou que nenhum dos dois foi constituído arguido. Adicionalmente, destacou que não existem, para já, motivos para pedir a demissão de Bruno Alves, acrescentando que o comandante não solicitou a sua saída. Aguardam-se evoluções processuais para avaliar o afastamento.

O foco da investigação inclui o contrato celebrado com o supermercado propriedade da mulher de Bruno Alves, utilizado para fornecimento de bens aos bombeiros. Além disso, foram solicitadas as escalas de serviço dos últimos anos, em especial as relativas ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), para apurar possível falsificação de escalas e pagamentos indevidos.

O Comandante Bruno Alves não comentou o caso quando foi contactado pela imprensa. A direção da associação reiterou que a investigação permanece em curso, sem indicação de arquivamento até ao momento. A situação mantém-se sob análise interna, com a continuidade do serviço operacional garantida nas unidades de Famalicão.

Investigação em curso

  • A PJ de Braga coordena as diligências, incluindo buscas no quartel e análise de documentos.
  • Não há indicação de conclusão do processo nem de punição até ao momento.
  • A associação mantém o funcionamento normal dos bombeiros, com o foco na segurança da comunidade.

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