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Michael Morris defende compreender o tribalismo sem demonizá-lo nem glorificá-lo

A visão de Michael Morris reabilita o tribalismo como parte da natureza humana, defendendo compreensão em vez de demonização ou glorificação

O treinador neerlandês Guus Hiddink mudou a mentalidade da selecção sul-coreana (e Portugal foi uma vítima, em 2002). A história é contada por Michael Morris em *Tribal* (ed. Temas e Debates)
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  • O psicólogo cultural Michael Morris defende que o tribalismo não deve ser demonizado nem glorificado, mas compreendido.
  • Em tempos de polarização, a expressão tribal passa a ter uma função de coesão entre grupos, não apenas de conflito.
  • Morris usa o livro Tribal para reabilitar a ideia de tribalismo como parte constitutiva do humano.
  • A abordagem de Morris, vista inicialmente provocadora, torna-se programática ao longo da obra.
  • O foco do debate é entender como instintos de grupo podem favorecer tanto a divisão como a união social.

Em divulgação recente, o psicólogo cultural Michael Morris afirma que a polarização não deve demonizar o tribalismo nem glorificá-lo, mas compreendê-lo. A abordagem busca olhar para além de rótulos simples.

Morris sustenta que os instintos de grupo ajudam na coesão social, não apenas em conflitos, e que o tribalismo tem papel na formação de identidades coletivas. A leitura pretende desvendar a complexidade por detrás das disputas públicas.

No seu livro Tribal, o autor propõe uma reinterpretação do termo, apresentando-o como uma característica humana básica, não como patologia. O objetivo é ampliar o debate sobre como os grupos moldam atitudes e comportamentos.

A obra sugere que reconhecer a tribalidade como parte da natureza humana pode explicar tanto a mobilização política quanto as identidades firmes, oferecendo uma perspetiva mais equilibrada sobre as dinâmicas sociais atuais.

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