- Cerca de 20 embarcações francesas partiram do porto de Marselha para se juntarem à Flotilha Global Sumud, com o objetivo de chegar à Faixa de Gaza e romper o bloqueio israelita.
- As embarcações, na maioria veleiros, deverão reunir-se ao longo do percurso à flotilha internacional; a maior parte dos barcos parte de Barcelona a doze de abril e deverá rumar a Gaza por volta de vinte de abril.
- Está prevista uma paragem de uma semana no sul de Itália para receber formação em não-violência.
- O coordenador nacional da La France insoumise (LFI) esteve presente na partida e alertou o governo para enfrentar o que chamou de massacres em Gaza.
- Uma primeira frota de cerca de cinquenta embarcações tinha sido intercetada pela marinha israelita no outono de 2025; entre os tripulantes estava a ativista Greta Thunberg, e organizadores, com a Amnistia Internacional, denunciaram a ação como ilegal.
Cerca de vinte embarcações francesas partiram no sábado do porto de Marselha com o objetivo de chegar à Faixa de Gaza e romper o bloqueio israelita. A ação envolve a maior parte de veleiros e pretende juntar-se à Flotilha Global Sumud, de alcance internacional.
A iniciativa prevê várias etapas. Os barcos devem encontrar-se em alto mar com a flotilha Global Sumud, cuja maioria parte de Barcelona no dia 12 de abril e planeia seguir rumo a Gaza por volta de 20 de abril. Está prevista uma paragem de uma semana no sul de Itália para uma formação em não-violência.
O evento conta com a presença de uma figura política francesa, o coordenador nacional do partido La France Insoumise, que participou na cerimónia de partida. A posição defendida é de pressão sobre as autoridades para contestar o bloqueio imposto a Gaza.
Uma primeira frota de cerca de cinquenta barcos já tinha sido interceptada pela marinha israelita no outono de 2025. A ativista sueca Greta Thunberg integrou o grupo que participou nessa missão, segundo relatos dos organizadores e da Amnistia Internacional, que classificaram a ação como ilegal.
Até ao momento não há confirmação de incidentes durante a partida nem de eventuais detenções. As autoridades israelitas não se pronunciou sobre a operação em Marselha, enquanto os organizadores destacam o objetivo de apoiar civis na região e promover o debate internacional sobre o bloqueio.
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