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Advogado que ganhou caso contra Meta e YouTube conquista vitória

Advogado Mark Lanier vence Meta e YouTube, provando que as plataformas sabiam do vício nocivo à saúde mental, abrindo caminho a novas ações

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  • Mark Lanier, advogado, conseguiu vencer a Meta e o YouTube, apontando que estas plataformas criaram um vício que afeta a saúde mental.
  • O caso junta-se a vitórias anteriores de Lanier contra Johnson & Johnson e a BNSF Railway, abrindo caminho a novas ações semelhantes.
  • Kaley G. M. recebeu mais de cinco milhões de euros em indemnizações, com 70% da culpa atribuída à Meta e 30% à Google, reconhecendo o papel do Instagram e do YouTube na sua saúde mental.
  • Lanier é descrito pela Forbes como um gigante em litígios de lesões pessoais e produtos farmacêuticos, com veredictos que já totalizam dezenas de milhares de milhões de euros.
  • O veredicto poderá estimular mais de três mil ações em curso contra Meta, YouTube, TikTok e Snap, sinalizando uma mudança no modus operandi das plataformas face a questões de vício digital.

Mark Lanier conseguiu uma vitória histórica contra grandes plataformas, ao convencer um tribunal de que Meta e YouTube contribuíram para um vício que afeta a saúde mental. O veredicto abre caminho para novos processos.

O advogado de 65 anos já tinha vencido ações contra a Johnson & Johnson, Walmart e a maior transportadora ferroviária da América do Norte, a BNSF. A sentença atual reforça o seu histórico em litígios de lesões pessoais e produtos.

Kaley G. moveu a ação, defendendo que o Instagram e o YouTube tiveram papel direto nos problemas de saúde mental de uma jovem. Nove jurados atribuíram 70% da culpa à Meta e 30% à Google, correspondente ao algoritmo das plataformas.

A indemnização total ultrapassou cinco milhões de euros, com a metade destinada a compensar danos como dor e prejuízos financeiros. O processo envolveu a análise do impacto de redes sociais na vida de menores.

Kaley, que teve 20 anos em tribunal, vive em Chico, Califórnia, e apareceu com a mãe. O caso descreve uso intenso das plataformas desde tenra idade, incluindo publicação de vídeos no YouTube aos 6 anos e criação de uma conta no Instagram aos 9.

Lanier, reconhecido por várias vitórias históricas, destaca que as grandes empresas digitais desenharam o vício no cérebro de crianças. O veredicto sinaliza uma tendência jurídica de responsabilização de plataformas com impactos na saúde mental.

Este caso pode influenciar mais de três mil ações em curso contra Meta, YouTube, TikTok e Snap. O veredicto é visto como uma mudança relevante no equilíbrio entre tecnologia e responsabilidade corporativa.

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