- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que os ataques aéreos destruíram cerca de 70% da capacidade de produção de aço do Irão.
- As duas maiores siderurgias iranianas, Khuzestan Steel Company e Mobarakeh Steel Company, pararam e devem demorar meses a reestruturar-se.
- Os ataques deixaram oito mortos e pelo menos 95 feridos; houve danos a casas e carros, e uma estação de comboios em Telavive foi afetada por estilhaços.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os EUA ainda não tinham começado a destruir o que resta do Irão, com promessas de intensificar ataques a pontes e centrais elétricas.
- O conflito envolve alvos económicos e industriais, com o Estreito de Ormuz sob pressão, elevando o risco de perturbação no abastecimento mundial de energia.
Na sexta-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que ataques aéreos destruíram cerca de 70% da capacidade de produção de aço do Irão. O objetivo é reduzir a capacidade de fabricar armamento do regime.
Segundo Netanyahu, as ações foram realizadas com o apoio dos Estados Unidos. O foco foi desviar recursos dos Guardas da Revolução, prejudicando a produção de armas e infraestruturas associadas.
As duas maiores siderurgias iranianas, Khuzestan Steel Company e Mobarakeh Steel Company, pararam operações. As empresas indicaram que a reestruturação pode levar meses.
Em Israel, serviços de emergência reportaram danos a casas e carros provocados por um míssil de fragmentação não interceptado. Uma estação de comboios em Telavive também sofreu danos por estilhaços.
Na controversa escalada, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na Truth Social que ainda não tinham começado a destruir tudo no Irão, incluindo pontes e centrais elétricas. As declarações acentuaram a tensão regional.
O ataque iraniano matou oito pessoas e deixou pelo menos 95 feridos, de acordo com autoridades locais. O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, chamou a atenção para o impacto sobre estruturas civis.
A guerra, iniciada há pouco mais de um mês, envolve ataques aéreos a alvos industriais no Irão. O Estreito de Ormuz, vital para o Brent e o gás natural liquefeito, teve o trânsito comprometido por medidas regionais.
Impacto económico e militar
Os ataques dirigidos a infraestruturas industriais intensificam receios sobre perturbações no abastecimento energético global. Observadores indicam riscos para cadeias de fornecimento e preços de energia.
Contexto regional
Especialistas destacam a ampliação do conflito para o Médio Oriente, com impactos em vários setores econômicos. Países do Golfo tentam coordenar respostas de segurança para a navegação na região.
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