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Aeroportos em Portugal podem ficar sem combustível em quatro meses

Portugal pode ficar sem reservas de querosene de aviação em quatro meses, elevando o risco para o tráfego aéreo e dependências de importação

Aviões da TAP no aeroporto Humberto Delgado
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  • A Argus, com base em dados do Eurostat, prevê que aeroportos portugueses podem ficar sem reservas de querosene de aviação em quatro meses, devido ao impacto da guerra no Médio Oriente.
  • Em Portugal, as stocks devem ser suficientes na primavera, porque a única refinaria terminou a manutenção no ano passado; as importações costumam recomeçar em maio, principalmente do Golfo Pérsico, mas podem descer se o tráfego no estreito de Ormuz permanecer restrito.
  • A Argus afirma que o Reino Unido é o mais exposto, podendo ficar sem stocks de querosene em três meses e de gasóleo em nove, caso o fornecimento do Golfo Pérsico não seja substituído.
  • A análise utiliza dados da Joint Organisations Data Initiative (JODI) e do Eurostat, combinados com a avaliação da Argus.
  • O contexto é a iminente escassez de combustível de aviação na Europa, agravada pelo fecho do estreito de Ormuz pelo Irão.

Aeroportos de Portugal podem ficar sem combustível para aviação em apenas quatro meses, de acordo com projeções da publicação especializada Argus, com base em dados do Eurostat. O estudo aponta que o impacto da guerra no Médio Oriente pode reduzir rapidamente as reservas de querosene de aviação no continente.

Para Portugal, a Argus afirma que os stocks deverão durar apenas durante a primavera, porque a única refinaria do país terminou recentemente uma manutenção. O relatório aponta ainda que o país costuma retomar as importações de querosene de aviação, principalmente do Golfo Pérsico, por volta de maio.

A análise utiliza dados provenientes da Joint Organisations Data Initiative e do Eurostat, cruzando com estimativas da Argus. O Reino Unido surge como o país mais exposto entre os que consomem combustíveis para aviação, com possíveis escassezes em três meses para o querosene e em nove para o gasóleo rodoviário.

Segundo a publicação, se o fornecimento do Golfo Pérsico não puder ser substituído e a queda de disponibilidade se repetir entre os países importadores, os estoques britânicos poderão exaurir-se rapidamente. A situação coloca pressão sobre aeroportos europeus.

O relatório atribui a raiz do problema ao fecho do estreito de Ormuz pelo Irão, que pode limitar as carregamentos de petróleo que chegam ao continente. A Argus sustenta que o cenário de desabastecimento envolve principalmente combustível de aviação e diesel.

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