- No Vale de Campanhã, entre a Quinta da China e a aldeia de Noeda, persistem vestígios de aldeias incorporadas ao Porto no século XIX.
- Hoje existem apenas ruínas e poucos habitantes nos bairros e ilhas que ainda restam.
- Esses locais deixaram de ser zonas rurais e também de funcionarem como áreas residenciais de operários da indústria portuense.
- Mantém-se a memória do passado através de quintas com edifícios entaipados e áreas onde o mato cresce sem controlo.
- O primeiro programa Fora de Portas do Matadouro – Centro Cultural do Porto ajuda a redescobri-los.
No Vale de Campanhã, no Porto, restam vestígios de aldeias que o município incorporou no século XIX. Entre a Quinta da China e a aldeia de Noeda, há sinais de um passado rural que hoje só aparece em ruínas.
As áreas continuam longe das rotas turísticas, com poucos habitantes e estruturas parcialmente entaipadas. Quintas ainda se erguem, mas o mato cresce desordenadamente, escondendo o que houve.
O primeiro programa fora de portas do Matadouro – Centro Cultural do Porto ajuda a redescobri-los, trazendo nova atenção a este património esquecido. A iniciativa pretende mapear traços do passado rural da cidade.
Vestígios que restam
Entre as ruínas, surgem elementos que revelam a antiga relação com a indústria portuense e a vida nas quintas. Hoje, o território evidencia a evolução urbana frente ao antigo território rural.
Entre na conversa da comunidade