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Vítimas de abuso na Igreja renunciam futuras queixas para compensação

Vítimas de abuso na Igreja Católica são obrigadas a renunciar a futuras reclamações para receber indemnização; termos são vistos como coação, com tributação possível

Vítimas foram avisadas de que compensações financeiras podem ser sujeitas a tributação, o que as deixa incrédulas
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  • Vítimas de abuso sexual da Igreja Católica em Portugal assinam um “termo de recebimento de compensação financeira” para receber indemnização, revelado recentemente.
  • O documento exige que as vítimas declarem que não têm mais nada a receber e renunciem a qualquer reclamação futura, judicial ou extrajudicial.
  • A associação Coração Silenciado, que representa as vítimas, classifica o termo como chantagem e coacção.
  • Os montantes da indemnização podem estar sujeitos a tributação.
  • A reação das vítimas tem sido de indignação face à natureza das cláusulas do termo.

Foram recebidas indemnizações a vítimas de abuso sexual cometidos pela Igreja Católica em Portugal, mas os acordos obrigam-nas a assinar um termo de recebimento de compensação financeira. O documento exige que as vítimas declarem não ter mais direito a reclamar.

Representantes das vítimas, agrupadas na associação Coração Silenciado, criticam o processo. O porta-voz António Grosso descreveu as cláusulas como uma forma de chantagem e coacção. A indignação é partilhada por parte das vítimas.

A revelação ocorreu na última semana, em Portugal. A indemnização surge num contexto de debate público sobre abusos na Igreja e responsabilidade institucional, com reações variadas entre as vítimas e o público.

Implicações legais e fiscais

O termo obriga ainda as vítimas a renunciar a futuras ações, judiciais ou extrajudiciais, relativas aos factos. Os montantes recebidos podem ficar sujeitos a tributação, dependendo do regime fiscal aplicável. A associação defende maior transparência no processo.

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