- Receita da rubrica Paladares do Mundo: tapioca de charque com queijo coalho, apresentada pela Notícias Magazine.
- Ingredientes principais: 100 g de carne de charque, 170 g de massa de tapioca hidratada, 70 g de queijo coalho ralado, 50 g de cebola frita industrializada e 1 colher de sopa de queijo catupiry.
- Preparação: charque dessalgado e cozido na pressão, desfiado; base de tapioca na frigideira com coalho, borda com mais queijo; recheio de charque desfiado e cebola; fechar quando a borda soltar.
- A tapioca é apresentada como património cultural imaterial de Pernambuco, originária do Brasil e consolidada no Nordeste.
- Os proprietários do Mercado Irmãos Brasil, Lucas e Franklene Gomes, vivem em Portugal há nove anos e mantêm lojas em S. João da Madeira e Santa Maria da Feira para preservar as raízes brasileiras.
A rubrica Paladares do Mundo apresenta, nesta edição da Notícias Magazine, uma receita de tapioca de charque com queijo coalho. A preparação mostra como transformar ingredientes tradicionais brasileiros numa iguaria simples de reproduzir em casa, mantendo o sabor nordestino.
A receita utiliza carne de charque dessalgada, massa de tapioca hidratada, queijo coalho ralado, cebola frita industrializada e queijo catupiry. As proporções indicam 100 g de charque, 170 g de tapioca, 70 g de coalho, 50 g de cebola frita e 1 colher de sopa de catupiry.
Na preparação, a carne é dessalgar em três águas, depois cozinhar na pressão e desfiar. Em frigideira, forma-se uma meia-lua com coalho ralado, cobre-se com tapioca, e completa-se com mais coalho, carne desfiada e cebola. A técnica permite selar a tapioca e dourar uniformemente.
Origens culturais e contexto
A tapioca é apresentada como património cultural e imaterial do Brasil, com origem na Amazónia e popularizada no Nordeste. A ideia central é manter o prato próximo da tradição brasileira, ao mesmo tempo em que chega a Portugal.
Lucas e Franklene Gomes, proprietários do Mercado Irmãos Brasil, são naturais de Pernambuco. Residem em Portugal há nove anos e gerem duas lojas, em S. João da Madeira e Santa Maria da Feira, para aproximar comunidades e reduzir a saudade das raízes.
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