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EUA preparam retirada da guerra com o Irão após fim do regime e nuclear em Ormuz

Trump afirma fim da intervenção no Irão, mas Teerão mantém-se; retirada norte-americana sem vitória e nova crise no estreito de Ormuz

Iranianos nos funerais de Ali Larijani e de outros elementos do regime de Teerão, a 18 de Março, na capital do país
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à NBC News que a guerra com o Irão está a chegar ao fim e preparava-se para anunciar, nesta quarta, a saída do conflito sem depender de um acordo que Teerão rejeita.
  • O regime iraniano, através do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghaei, qualificou de falsa e sem fundamento a ideia de um pedido do Irão de cessar-fogo apresentado por Trump.
  • Trump indicou uma saída sem conseguir atingir os objetivos estratégicos desejados, mantendo a situação sem assinatura de um acordo.
  • O Irão sobreviveu ao mês de conflito e o mundo herdou uma nova crise no estreito de Ormuz.
  • As declarações ocorreram numa altura em que o envolvimento norte-americano no Irão está a aproximar-se do seu fim, conforme as informações disponíveis.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou à NBC News que a guerra no Irão está a chegar ao fim e que nos próximos dias anunciará a saída do conflito. A nota não depende de um acordo com o regime iraniano, que já o rejeitou.

Nesta quarta-feira, Trump prepara-se para falar ao país sobre o que designa como saída do envolvimento militar. A declaração ocorre num contexto de tensões já prolongadas na região.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Teerão, através de Esmail Baghaei, classificou a afirmação de cessar-fogo como falsa e sem fundamento. O comentário foi feito na resposta a declarações de Washington.

Ao longo de um mês de conflito, o Irão manteve-se resiliente, enquanto o mundo assistiu a uma nova crise no estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo e para a mobilidade naval na região.

Entre os envolvidos, destacam-se o governo de Teerão e a Administração norte-americana, com impactos diplomáticos e militares também monitorizados pela comunidade internacional, sem ainda um acordo que encerre as hostilidades.

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