- A defesa de Manuel Chang pediu ao tribunal dos EUA que ordene a deportação imediata para Moçambique, face a problemas na escala em Lisboa.
- A libertação está prevista para o dia 26 de março, mas ficou atrasada pela escala em Lisboa.
- O requerimento é dirigido ao juiz Garaufis, do Tribunal do Distrito Leste de Nova Iorque, solicitando que o ICE intervenha na coordenação da deportação.
- Solicita ainda que o tribunal esclareça quais documentos adicionais são necessários.
- A defesa afirma que Chang deve receber medicação adequada durante a custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE).
O antigo ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, enfrenta atraso na deportação para Moçambique devido a uma escala em Lisboa. A defesa solicitou ao tribunal dos EUA uma ordem de deportação imediata, com a libertação prevista para 26 de março a depender de questões logísticas na escala.
O requerimento foi dirigido ao juiz Garaufis, do Tribunal do Distrito Leste de Nova Iorque (EDNY). Nele, a defesa pede que o ICE oriente a deportação imediata e indique quais documentos adicionais são necessários para o processo.
Além disso, a defesa ressalva a necessidade de que Manuel Chang receba medicação durante a custódia sob o controlo do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE).
Pedido de deportação imediata
O documento solicita assistência rápida do tribunal para coordenar a transferência entre as partes e evitar novas retenções. A defesa pretende acelerar o retorno a Moçambique, onde o antigo ministro deverá cumprir eventual pena, após o desfecho do processo nos EUA. A data de libertação ainda depende de decisões judiciais e da logística de transporte.
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