- Susana Gravato, de 49 anos, advogada e vereadora na Câmara de Vagos, foi assassinada com dois tiros à queima-roupa em casa.
- Na sessão de manhã, a defesa do jovem prescindiu ouvir quatro dos seis inspetores da Polícia Judiciária de Aveiro, sendo ouvidos apenas dois.
- Também de manhã, foram inquiridas três testemunhas — dois jovens e a mãe de um deles — cujos depoimentos ocuparam a sessão, que terminou perto das 13h.
- O tribunal prevê ouvir, esta tarde, esclarecimentos do médico pedopsiquiatra e do psicólogo que elaboraram os relatórios periciais solicitados pela defesa.
- A sessão decorreu sem incidentes, num julgamento à porta fechada no Palácio da Justiça de Aveiro, presidido pela juíza Isabel Marques de Oliveira, do Tribunal de Família e de Menores de Aveiro, com dois juízes sociais.
O Tribunal Judicial da Comarca de Aveiro iniciou hoje um julgamento ligado ao caso do rapaz que matou a mãe em Vagos. Susana Gravato, 49 anos, advogada e vereadora na Câmara de Vagos, foi morta com dois tiros à queima-roupa em sua casa.
Na sessão da manhã, a defesa do jovem prescindiu de ouvir quatro dos seis inspetores da Polícia Judiciária de Aveiro que estavam indiciados como testemunhas, ouvindo apenas os dois restantes. Também foram inquiridas três testemunhas, dois jovens e a mãe de um deles, cujos depoimentos ocuparam toda a manhã, terminando por volta das 13h.
O tribunal pretende ouvir, ainda hoje, esclarecimentos do médico pedopsiquiatra e do psicólogo responsáveis pelos relatórios periciais, solicitados pela defesa. A sessão decorreu com normalidade, segundo o juiz-presidente Jorge Bispo.
Ações previstas para a tarde
O julgamento é realizado a portas fechadas no Palácio da Justiça de Aveiro, presidido pela juíza Isabel Marques de Oliveira, do Tribunal de Família e de Menores de Aveiro, com a participação de dois juízes sociais.
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