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Julgamento de menor acusado de matar a mãe em Vagos prossegue em abril

Julgamento do menor suspeito de matar a mãe em Vagos retoma a 10 de abril, com inquirição das duas últimas testemunhas e alegações, à porta fechada

Susana Gravato, vereadora da Câmara de Vagos morta pelo filho
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  • O julgamento do menor acusado de matar a mãe em Vagos vai ser retomado a dez de abril, no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, com a inquirição das duas últimas testemunhas e a produção de alegações.
  • O rapaz, com 14 anos, está a ser julgado à porta fechada no âmbito de um Processo Tutelar Educativo por factos que constituem homicídio qualificado.
  • Na segunda sessão foram ouvidas sete testemunhas, incluindo o psicólogo do centro educativo onde o jovem se encontra a cumprir a medida cautelar, além de dois agentes da Polícia Judiciária.
  • Foram ainda ouvidos o médico pedopsiquiatra e o psicólogo que elaboraram relatórios, solicitados pela defesa, e ficou marcada a intervenção para dez de abril por indisponibilidade de agenda e época da Páscoa.
  • O caso aconteceu a 21 de outubro de 2025, quando Susana Gravato foi morta a tiro na Gafanha da Vagueira, Vagos; o Ministério Público pediu internamento em centro educativo.

O julgamento do menor acusado de matar a mãe em Vagos vai ser retomado a 10 de abril, no Tribunal de Família e Menores de Aveiro. O jovem, com 14 anos, está a ser julgado em regime de Processo Tutelar Educativo, por alegado homicídio qualificado.

Na segunda sessão, realizada esta quinta-feira, foram ouvidas sete testemunhas, incluindo o psicólogo do centro educativo onde o menor cumpre a medida cautelar. A nota do Tribunal refere ainda dois agentes da Polícia Judiciária, dois jovens, a mãe de um deles e outra testemunha.

Ao longo da audiência, foram igualmente esclarecidos os relatórios dos profissionais que elaboraram a pediatria e a psicologia presentes nos autos, conforme pedido pela defesa. O dia 10 de abril foi fixado pela indisponibilidade das defensoras e pelo período da Páscoa.

Contexto do caso

A audiência decorre a portas fechadas, com exclusão de publicidade, mantendo-se a presença apenas do pai do menor durante a sessão. O Tribunal funciona com um júri de carreira e dois juízes sociais, que assistem ao processo.

O Ministério Público apresentou a hipótese de internamento em centro educativo, a forma mais gravosa da medida tutelar educativa. O caso teve início a 21 de outubro de 2025, com o homicídio de Susana Gravato na Gafanha da Vagueira, Vagos.

A vítima foi encontrada pelo marido, que chamou os serviços de emergência. Apesar das manobras, o óbito foi declarado no local. A PJ indicou o filho da vereadora como único suspeito menos de 24 horas depois do crime.

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