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Ex-polícia francês suspeito de matar ex-parceira e atual companheira em prisão preventiva

Ex-polícia francês fica em prisão preventiva por sequestro, homicídio e profanação de cadáver de ex-mulher e atual companheira, corpos encontrados na serra da Nogueira, Bragança

Cédric Prizzon saiu do Tribunal de Vila Nova de Foz Côa já depois das 22 horas desta quinta-feira
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  • Cédric Prizzon, ex-polícia francês, ficou em prisão preventiva enquanto aguarda o desenrolar da investigação em Bragança, após interrogatório no Tribunal de Vila Nova de Foz Côa.
  • Os corpos da ex-mulher Audry Cavalier e da atual companheira foram encontrados enterrados na serra da Nogueira, em Bragança.
  • O juiz proibiu o arguido de contactar os filhos Elio Prizzon e Guiulya Prizzon, por telemóvel, redes sociais, email, mensagens ou interposta pessoa, e suspendeu as responsabilidades parentais sobre eles.
  • No interrogatório, Prizzon ficou indiciado de sequestro, homicídio e profanação de cadáver relativamente à ex-mulher; quanto à atual companheira, é suspeito de homicídio e profanação de cadáver, sem acusação de sequestro.

Cédric Prizzon, ex-polícia francês, permanece detido em prisão preventiva após a morte de duas mulheres — a ex-mulher Audry Cavalier e a atual companheira — cujos corpos foram enterrados na serra da Nogueira, em Bragança. O anúncio ocorreu após o interrogatório no Tribunal de Vila Nova de Foz Côa.

A detenção ocorreu depois do confronto policial no sul de França que permitiu o transporte dos filhos do casal, Elio e Guiulya Prizzon, que foram recolhidos pela GNR. Prizzon aguardará o desenrolar da investigação em prisão preventiva.

No interrogatório, o juiz imputou-lhe sequestro, homicídio e profanação de cadáver no caso da ex-mulher, Audry Cavalier. Em relação à atual companheira, o ex-polícia é suspeito de homicídio e profanação de cadáver, sem acusação de sequestro.

Medidas de coação e situação processual

A nota oficial indica que o antigo militar da Gendarmerie Nacional fica suspenso de responsabilidades parentais relativamente a Elio e Guiulya, sem contacto com os filhos por telefone, redes sociais, email ou intermediários.

A decisão de manter a prisão preventiva foi conhecida às 22h desta quinta-feira e reflete a gravidade das acusações e o risco de fuga ou de continuidade de violência. A investigação prossegue para confirmar factos e ligações entre os crimes.

Contexto e próximos passos

A investigação envolve autoridades portuguesas e, potencialmente, conselhos jurídicos de França, para esclarecer a motivação e a cadeia de acontecimentos que levaram aos homicídios. As próximas fases devem esclarecer como ocorreram os crimes e o paradeiro de provas.

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