- Diversas sociedades científicas alertaram para o aumento de doentes que não cumprem a medicação e omitem informações ao médico.
- O fenómeno é mais evidente entre os mais jovens, que julgam ter menor risco.
- As entidades pedem maior aposta na literacia em saúde para combater a não adesão ao tratamento.
- A falta de adesão pode comprometer a eficácia terapêutica e a avaliação clínica.
- Não há indicação de dados adicionais ou prazos no texto original.
Diversas sociedades científicas alertaram hoje para um aumento de doentes que não cumprem a medicação e que omitem a informação aos médicos. A comunicação privilegiada aos profissionais de saúde é citada como essencial para evitar riscos na gestão terapêutica.
Segundo as entidades, o fenómeno é mais evidente entre os pacientes mais jovens, que julgam ter menor risco de complicações. O não cumprimento pode comprometer a eficácia dos tratamentos e agravar condições já existentes, dizem os especialistas.
As organizações destacam ainda a necessidade de reforçar a literacia em saúde. A educação contínua para interpretar indicações terapêuticas, efeitos adversos e a importância de partilhar informações com equipas médicas é apresentada como prioridade para reduzir falhas no tratamento.
Os autores do alerta pedem estratégias que promovam a adesão, incluindo comunicação mais clara sobre regimes terapêuticos, lembranças de toma de medicação e envolvimento ativo dos doentes na decisão clínica. Tudo aponta para uma melhoria global da segurança terapêutica.
Entre na conversa da comunidade