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Polícia Judiciária investiga morte de recluso na cadeia de Alcoentre

PJ investiga morte de recluso na cadeia de Alcoentre após alegações de agressões, com as primeiras informações a apontar suicídio na cela disciplinar

Preso falecido estava na secção disciplinar da prisão de Alcoentre
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  • A Polícia Judiciária investiga a morte de um recluso na cadeia de Alcoentre, Azambuja, ocorrida na manhã de quinta-feira.
  • A Direção-Geral dos Serviços Prisionais informou que o detido estava numa cela disciplinar por decisão do tribunal e que se tratou de suicídio, não havendo indícios de agressões.
  • Frederico Morais, presidente do Sindicato Nacional da Guarda Prisional, afirmou que a pena disciplinar decorreu de agressões com outro preso; afirma que, após a abertura da cela por volta das 07h, o detido foi encontrado já enforcado vinte minutos depois, e que as câmaras não mostram agressões.
  • O CM recolheu depoimentos de outros reclusos, familiares e amigos que sugerem a possibilidade de agressões de guardas ao recluso, o que poderia ter contribuído para o óbito.
  • A PJ já acompanha o caso.

A Polícia Judiciária (PJ) abriu uma investigação à morte de um recluso na cadeia de Alcoentre, no concelho da Azambuja. O óbito ocorreu na manhã de quinta-feira na cela disciplinar onde o recluso aguardava decisão do tribunal.

A Direção-Geral dos Serviços Prisionais confirmou ao CM que o internado estava numa cela disciplinar por decisão judicial e que o óbito ocorreu numa situação de suicídio. Não há, segundo a mesma fonte, indicação de agressões.

O presidente do Sindicato Nacional da Guarda Prisional indicou ao CM que o recluso cumpria pena disciplinar por agressões a outro detido e que, embora a cela tenha sido aberta pela manhã, o óbito ocorreu cerca de 20 minutos depois, com as câmaras de videovigilância não a registarem agressões.

O CM recolheu depoimentos de outros reclusos, bem como de familiares e amigos do falecido, que apontam a possível ocorrência de agressões de guardas à saída do recluso da cela, o que terá contribuído para o óbito. A PJ já acompanha o caso, sem que haja, até ao momento, explicações oficiais sobre essas alegações.

Evolução da investigação

A PJ está a recolher evidências e a ouvir testemunhas para clarificar as circunstâncias do óbito. O objetivo é determinar se houve responsabilidade de terceiros ou se se tratou apenas de um desfecho ligado à decisão disciplinar já referida.

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