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Moedas pede abertura de inquérito interno ao caso das luzes de Natal

Moedas ordena inquérito interno na Câmara de Lisboa após a Operação Lúmen, com buscas e detenções ligadas ao fornecimento de luzes de Natal

Carlos Moedas tem recusado pedir demissão
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  • A Câmara Municipal de Lisboa abriu um inquérito interno depois da Operação Lúmen, que investiga crimes ligados ao fornecimento e instalação de luzes de Natal.
  • A Polícia Judiciária realizou 26 buscas em várias zonas do país, incluindo na secretaria-geral da Câmara de Lisboa, e em autarquias como Lisboa, Tavira, Lamego e Maia.
  • Foram detidas pelo menos quatro pessoas, entre elas o secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, e a presidente da União das Associationes de Comércio e Serviços (UACS), Carla Salsinha.
  • A investigação envolve suspeitas de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa, relacionadas com empresas de luzes de Natal.
  • Além de Laplaine Guimarães e Salsinha, há ainda detidos um administrador e um funcionário de uma empresa privada, uma presidente de uma associação privada e um funcionário público.

A Câmara Municipal de Lisboa informou que abriu um inquérito interno, ordenado pelo presidente Carlos Moedas, na sequência da Operação Lúmen. A investigação mira suspeitas de crimes ligados a contratos de luzes de Natal.

A operação envolve buscas realizadas pela Polícia Judiciária em várias autarquias, incluindo Lisboa, Tavira, Lamego e Maia. Foram efetuadas 26 diligências em entidades públicas e privadas.

Os recursos investigados apontam para possíveis irregularidades na contratação de empresas de iluminação natalícia. A PJ deteve vários kentes, entre eles o secretário-geral da Câmara de Lisboa.

Detidos e dados da investigação

Entre os detidos deverá constar o secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, bem como a presidente da UACS, Carla Salsinha, e um administrador/funcionário da Castros Iluminações Festivas.

A investigação envolve ainda a possibilidade de favorecimento a uma das maiores empresas do setor, com impacto potencial nos cofres municipais e na competitividade de contratos públicos. A operação decorre em várias regiões do país.

O objetivo do inquérito interno é apurar responsabilidades internas na Câmara de Lisboa, fornecimentos e prazos de entrega, bem como possíveis ligações com outras entidades públicas e privadas envolvidas na operação. A informação é mantida em sigilo pelas autoridades.

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