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José Raposo dirige a Casa do Artista com todo o amor

José Raposo celebra cinco anos na liderança da Casa do Artista, projeto único em Portugal, mas a falta de financiamento compromete a sua sustentabilidade

José Raposo lidera a Casa do Artista com uma nova dinâmica
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  • A Casa do Artista celebra 26 anos este ano e José Raposo está há cinco anos à frente da direção.
  • É o segundo mandato com o mesmo grupo de pessoas, mantendo uma linha de continuidade e renovação.
  • A gestão trouxe dinamismo e abriu a casa à comunidade, com presença nas redes sociais e atividades para os residentes, como idas a espetáculos e museus.
  • A Casa do Artista é uma instituição de proteção social (IPSS) que depende de doações e de apoios públicos, nomeadamente do Estado e da Câmara Municipal de Lisboa.
  • O principal desafio é a sustentabilidade financeira, considerada crónica, devido à escassez de recursos.

José Raposo mantém a direcção da Casa do Artista há cinco anos, numa instituição com 26 anos de atividade. O objetivo tem sido imprimir uma dinâmica nova, sem perder o legado existente. A gestão atual junta um grupo de pessoas com idades entre 50 e 63 anos, que transmite “sangue novo” à casa.

A Casa do Artista é uma IPSS sediada em Lisboa e depende essencialmente de doações e de apoios públicos. O projeto, reconhecido pela sua singularidade na Europa, tem procurado tornar-se mais acessível à comunidade através das redes sociais e de atividades para os residentes. Estes incluem visitas a espetáculos e museus.

A instituição enfrenta Um marco financeiro crónico, comum às IPSS. Segundo o responsável, a assunção de responsabilidades e a manutenção de serviços exigem verbas estáveis, que não chegam apenas de doações. O Estado, a Câmara Municipal de Lisboa e outras entidades públicas são aliados, mas o financiamento permanece desafiador.

Desafios financeiros

A gestão tem procurado diversificar fontes de apoio para assegurar a continuidade de programas. Entre as dificuldades apontadas estão custos operacionais, manutenção de instalações e a criação de atividades com impacto positivo nos residentes. A equipa enfatiza a importância de manter a Casa do Artista aberta à comunidade.

Visibilidade e participação comunitária

Ao longo dos últimos anos, a instituição passou a comunicar com mais regularidade, aumentando a visibilidade nas redes sociais. As iniciativas envolvem visitas culturais, oficinas e participação em eventos, procurando reforçar o papel social da Casa do Artista em Lisboa.

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