Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Estado recupera 2,4 milhões em caso de faturas falsas

Estado recupera 2,4 milhões com fraude fiscal: faturas falsas geraram multas, perda de vantagens e comissões de até 13,5%

Relação de Guimarães confirmou sentença de primeira instância
0:00
Carregando...
0:00
  • O Estado recupera 2,4 milhões de euros em multas e perda de vantagens decorrentes de faturas falsas, após condenação de oito arguidos pelo Tribunal da Relação de Guimarães por fraude fiscal.
  • Em 2025, o Tribunal de Braga condenou quatorze arguidos (oito pessoas e seis empresas) por crimes de fraude fiscal; dois deles foram João Carlos Pereira e Rui Oliveira, com penas de sete anos e meio e seis anos e meio de prisão.
  • O acórdão, confirmado após recurso de oito arguidos, estabelece que Pereira e Oliveira criaram um esquema de emissão de faturas falsas entre 2013 e 2018 para firmas de têxtil, construção, carpintaria, comércio e eventos desportivos.
  • Os restantes arguidos, seis pessoas e seis empresas, foram condenados a penas inferiores a cinco anos de prisão, com execução suspensa, ou a multas.
  • O esquema envolvia a emissão de faturas de serviços e bens inexistentes para dedução de IVA, IRC e IRS, com comissões que variavam entre 10% e 13,5% do valor das operações.

O Estado vai receber 2,4 milhões de euros relacionados com faturas falsas, após a condenação de oito arguidos, confirmada pelo Tribunal da Relação de Guimarães. O caso envolve fraude fiscal praticada entre 2013 e 2018, com empresas de setores como têxtil, construção, carpintaria, comércio e eventos desportivos.

Em Braga, em 2025, o Tribunal condenou 14 arguidos — oito pessoas e seis empresas — pelos crimes de fraude fiscal. Dois deles, João Carlos Pereira e Rui Oliveira, receberam penas de sete anos e meio e seis anos e meio de prisão, respetivamente. O acórdão, já confirmado após recurso, descreve o esquema de faturas falsas.

Como funcionava o esquema

Os arguidos emitiam faturas de serviços e vendas inexistentes para permitir deduções de IVA, IRS e IRC, beneficiando também outras empresas que lhes passavam faturas falsas. Os cabecilhas cobram comissões que variam entre 10% e 13,5% do montante faturado, conforme o documento judicial.

Repercussões legais

Seis arguidos foram condenados a penas inferiores a cinco anos de prisão, com suspensão da execução, ou a multas. O processo envolve ainda a participação de várias empresas que integravam o esquema de faturação falsa, com impactos fiscais para as autoridades.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais