- Na Operação Lúmen, foram constituídas arguidas pelo menos seis entidades ligadas à Castros – Iluminações Festivas, incluindo quatro firmas alegadamente controladas pela empresa.
- A Castros estaria por trás dessas sociedades, mas estas estariam em nome de testas-de-ferro.
- A empresa central, Castros – Iluminações Festivas, seria a controladora do esquema, utilizado para manipular concursos e outros procedimentos de contratação.
- Formalmente, as firmas não estariam associadas à Castros, servindo apenas para camuflar a ligação.
- A investigação envolve alegações de corrupção relacionadas com o aluguer de luzes de Natal.
Na Operação Lúmen, já foram arguidas pelo menos seis entidades ligadas a um alegado esquema envolvendo o aluguer de luzes de Natal. A Castros – Iluminações Festivas surge como o elo central desta investigação.
A Castros controlaria pelo menos quatro sociedades adicionais, que teriam sido utilizadas para manipular concursos e outros procedimentos de contratação. Formalmente, essas firmas não estariam ligadas à Castros, recorrendo a testas-de-ferro para camuflar a ligação.
As autoridades indicam que o objetivo alegado era influenciar adjudicações relacionadas com iluminação festiva. O âmbito, os nomes das empresas envolvidas e os detalhes operacionais foram apresentados no âmbito da investigação, cuja tramitação permanece em curso.
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