- O Grande Museu Egípcio abriu portas ao público em novembro de 2025, num projeto de mil milhões de dólares que alberga 50.000 artefactos, incluindo tesouros de Tutankhamon.
- Localizado nos arredores do Cairo, com vista para as pirâmides de Gizé, o complexo prevê atrair até 5 milhões de visitantes por ano.
- Em 2025, o Egito recebeu cerca de 19 milhões de turistas, aumento de 21% face a 2024, posicionando o país entre os destinos com maior crescimento mundial.
- Exposições itinerantes, como “Ramsés e o Ouro dos Faraós: A Exposição”, já em Londres até maio de 2026, apresentam 180 peças selecionadas.
- O governo aposta na Nova Capital e em diversificar experiências turísticas, além de liderar o desenvolvimento hoteleiro em África, com 45.984 quartos em 185 hotéis/resorts; 39 contratos assinados em 2025 e 33 inaugurações previstas em 2026.
O Egito intensificou a aposta em atrações modernas para dar vida ao seu passado milenar. O Grande Museu Egípcio abriu portas em novembro de 2025, no entorno das Pirâmides de Gizé, e promete transformar o turismo local. Em conjunto, o governo investe na Nova Capital junto ao Cairo, reforçando a oferta turística e de negócios.
A procura por destinos egípcios cresceu em 2025, que registou cerca de 19 milhões de visitantes, mais 21% face a 2024. O crescimento coloca o país entre os que mais aumentaram o turismo no mundo, segundo o Barómetro Mundial da ONU. Atrações diversificadas aparecem como motor de desenvolvimento.
O Grande Museu Egípcio, com mil milhões de dólares investidos, é o maior museu dedicado a uma civilização antiga. Exibe 50 000 artefactos, incluindo tesouros de Tutankhamon, com exposição de peças pela primeira vez em certos casos. O complexo fica perto de Gizé e prevê cinco milhões de visitantes anuais.
Grandes museus e exposições
O museu funciona como centro de investigação, restauro e educação, além de recintos expositivos. Paralelamente, o Egito exporta o seu património com mostras internacionais, como Ramsés e o Ouro dos Faraós: A Exposição, em Londres até maio de 2026, com 180 peças selecionadas.
A aposta em exposições itinerantes visa manter o país presente no circuito global de cultura, complementando a oferta turística tradicional. O ministro do Turismo e das Antiguidades, Sherif Fathy, destaca a diversidade de produtos além das pirâmides e das praias.
Diversidade de experiências e nova capital
Além dos sítios históricos, o país promove praias no Mar Mediterrâneo e mergulho no Mar Vermelho, cruzeiros no Nilo e turismo de bem-estar. A costa norte tem ganhado importância por melhor conectividade e infraestrutura.
Ao longo do corredor Cairo–Mar Vermelho, avança a Nova Capital, com centros de conferências, espaços culturais e hotéis. O objetivo é tornar o local o principal hub de exposições, negócios MICE e eventos internacionais do país.
O desenvolvimento hoteleiro no Egito mantém-se acelerado. Segundo a W Hospitality Group, o Egito lidera África em quartos de hotel, com quase 46 mil unidades em 185 estabelecimentos. Em 2026, espera-se inaugurar dezenas de projetos.
Fontes e agendas oficiais associam o dinamismo aos planos de longo prazo para turismo de negócios e de lazer. O objetivo é manter o Egito entre os destinos mais atrativos do mundo, combinando herança histórica com infraestrutura moderna.
Entre na conversa da comunidade