- O ICNF afirma que o corte de pinheiros-mansos na Herdade do Cabeço da Flauta, em Sesimbra, não exigiu autorização e não envolveu espécies protegidas.
- O terreno é privado e não está inserido em Zona Especial de Conservação nem na Rede Nacional de Áreas Protegidas.
- Em fiscalização, o ICNF verificou que as empresas não cortaram espécies protegidas nem alteraram o uso do solo.
- Moradores contestam o abate, alegando terem visto várias toneladas de pinheiros cortadas na zona.
- A Câmara Municipal de Sesimbra acompanha o assunto e reitera que a área não está abrangida por regimes de proteção.
O ICNF informou hoje que o corte de pinheiros mansos na Herdade do Cabeço da Flauta, em Sesimbra, não exigiu autorização e não envolveu espécies protegidas. A nota oficial esclarece que a operação decorre em terreno privado.
Segundo o ICNF, a área em causa não está inserida em Zona Especial de Conservação nem na Rede Nacional de Áreas Protegidas. Consta ainda que as ações de fiscalização não identificaram cortes de espécies protegidas nem alterações do uso do solo.
Moradores da zona contestaram a intervenção, alegando terem visto ser abatidas várias toneladas de pinheiros. A Câmara Municipal de Sesimbra acompanha o caso e aponta para o esclarecimento já divulgado pelo ICNF.
Contexto institucional
A Câmara afirma acompanhar a situação junto do ICNF, órgão competente em gestão florestal. O município destaca que a área de abate não é considerada área protegida, reforçando a necessidade de verificação da legalidade.
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