- Wajdi Mouawad assina a peça Todos Pássaros, que o São Luiz prepara para estrear em 2018, centrada num romance entre judeu e árabe num contexto de conflito israelo-palestiniano; encenação de Álvaro Correia e elenco incluído Cucha Carvalheiro e Virgílio Castelo.
- Rossana apresenta a inauguração da 22.ª edição do Festival Y, em Beira Interior, juntando adufe, jazz e electrónica.
- Clara Andermatt e a Companhia Instável levam Do Terreiro ao Mundo, mesclando pauliteiros transmontanos com dança contemporânea, com outras propostas de artistas como Marco Mendonça e Carminda Soares.
- A programação destaca a mostra Última Memória, de Sara Carinhas, e o ensemble de triagens que explora temas de memória, identidade e racismo estrutural.
- No Porto, nasce o festival de artes performativas Mula Mula, com 16 eventos em 36 horas, incluindo estreias nacionais e várias disciplinas, enquanto os Suede recebem elogios pela reentrada com o álbum Antidepressants.
Wajdi Mouawad assina a peça Todos Pássaros, que o São Luiz prepara para estrear em 2018. A obra explora um romance entre judeu e árabe no contexto do conflito israelo-palestiniano, apresentando uma visão épica e trágica sobre ADN e história. A encenação está a cargo de Álvaro Correia; elenco inclui Cucha Carvalheiro, David Esteves, Fernando Luís, Madalena Almeida, Manuela Couto, Virgílio Castelo, Duarte Romão e Laura Garnel.
Inês Barroso, conhecida no circuito como Rossana, abre a 22.ª edição do Festival Y da Beira Interior com uma proposta que funde adufe, jazz e electrónica. O festival reúne artes performativas que exploram a identidade e a memória, com intervenções programadas ao longo do evento.
Clara Andermatt e a Companhia Instável apresentam Do Terreiro ao Mundo, que cruza a tradição dos pauliteiros transmontanos com a dança contemporânea. Marco Mendonça propõe Blackface, uma intervenção que aborda o racismo estrutural.
Outros destaques incluem os pares de gémeos de Bright Horses, de Carminda Soares e Maria R. Soares, e Entrelinhas, de Tonán Quito em parceria com Tiago Rodrigues. O universo criativo abre espaço a Pa(i)ysage[n]s, Última Memória de Sara Carinhas e a instalação/performance de João Paulo Santos, em conjunto com a peça Pa(r)sal.
O festival é descrito pela organização, a Quarta Parede, como um espaço de encontro entre corpos, vozes e memórias, focado na identidade como construção em transformação. Além de espetáculos, o programa inclui oficinas e residências artísticas, promovendo interação entre artistas e público.
No Porto, nasce um novo festival de artes performativas batizado pela Mula, que surge como híbrido de disciplinas e lugares. A edição-piloto decorre entre 20 e 22 de março, com 16 eventos e mais de 20 artistas, num leque de propostas que junta dança, performance e comeramidas.
Calau, Calau, de Catarina Miranda, abre o programa com estreias nacionais de criadores como Ana Rita Xavier, Ewa Dziarnowska, Liina Magnea, Ofelia Jarl Ortega, Piny e Sancha Meca Castro. Outros nomes incluem Dori Nigro, Paulo Pinto e Sepideh Khodarahmi, bem como oficinas, leituras e sessões nocturnas.
Os Suede encerram a notícia com a recusa de ficar apenas no passado. O grupo, que regressou ao ativo com o álbum Bloodsports em 2013, continua a receber elogios pela energia e pela capacidade de criar canções que se mantêm relevantes. O novo trabalho Antidepressants recebeu críticas muito positivas no circuito britânico.
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