- O Bloco de Esquerda defende a fixação dos preços dos bens essenciais e uma taxa extraordinária sobre os lucros obscenos das empresas, na sequência do conflito no Médio Oriente.
- O coordenador do partido, José Manuel Pureza, disse que era necessário o Governo controlar os preços dos combustíveis e tabelar os preços dos bens essenciais.
- Pureza afirmou que quem está a pagar a guerra é quem está a suportar a inflação de bens essenciais e de combustíveis, o que considera um “imposto de guerra”.
- O objetivo é proteger famílias já aflitas face à inflação, segundo o dirigente.
O coordenador do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, defendeu neste sábado a fixação de preços para bens essenciais e a criação de uma taxa extraordinária sobre lucros considerados obscenos, em resposta ao conflito no Médio Oriente. A proposta surge na análise de impactos económicos provocados pela guerra.
Pureza justificou a intervenção do Governo, apontando que os preços dos combustíveis e dos bens essenciais estão a subir, funcionando como um imposto de guerra sobre quem já enfrentava dificuldades. A medida vise estabilizar o custo de vida durante a escalada inflacionista.
O objetivo é evitar que a inflação atinja famílias já aflitas, principalmente no que toca a bens utéis e energia. A ideia coloca em debate instrumentos de regulação de mercado para mitigar pressões sobre o orçamento familiar.
Propostas do BE
O Bloco de Esquerda propõe a atuação governamental para fixar preços de combustíveis e tabelar os preços de bens essenciais, bem como estabelecer uma taxa extraordinária sobre lucros excessivos. A aposta é reduzir o peso direto da inflação na renda das famílias.
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