- O PSD Coimbra critica a nomeação de Maria Lencastre Portugal, ex-vereadora do Chega, para a direção do Instituto Técnico Artístico e Profissional (ITAP), por ser uma vereadora em funções.
- Martim Syder, presidente da Assembleia da República, afirmou, em comunicado, que a deputada participou em decisões da Câmara enquanto integrava o Chega, o que levanta questões políticas.
- O PSD sustenta que a posterior desfiliação não apaga o enquadramento das decisões tomadas pela vereadora.
- O partido questiona a coerência da maioria municipal, que se apresenta como projeto de esquerda, frente a possíveis entendimentos com a extrema direita, e suscita perguntas sobre a posição de Livre, PAN e Cidadãos por Coimbra.
- O vice-presidente da Câmara de Coimbra, Miguel Antunes, disse ter nomeado a ex-vereadora como gestora do ITAP, depois da sua desvinculação do Chega em janeiro.
O PSD de Coimbra criticou a nomeação de Maria Lencastre Portugal, ex-vereadora do Chega, para a direção do Instituto Técnico Artístico e Profissional (ITAP). A formação entende que a decisão envolve uma vereadora em funções.
Martim Syder, novo presidente da Assembleia da República, recorda que Lencastre Portugal participou em decisões da Câmara enquanto integrava o Chega. O PSD sustenta que a desfiliação posterior não apaga esse enquadramento.
Contexto político e reacções
A secção regional do PSD questiona a coerência da maioria municipal, que se apresenta como projeto de esquerda, dados os entendimentos com a extrema direita. São levantadas dúvidas sobre o papel do Livre, PAN e Cidadãos por Coimbra.
O partido exige clareza política e defesa de uma governação transparente, associada a responsabilidade e rigor. O PSD mantém o foco em decisões públicas e na accountability aos eleitores.
Miguel Antunes, vice-presidente da Câmara de Coimbra, informou que a nomeação foi comunicada após a desfiliação de Maria Lencastre Portugal, que ficou fora do Chega em janeiro, mantendo o cargo de gestora profissional no ITAP.
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