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Onde viver na velhice? Espaços que combinam casa e lar

Habitação colaborativa em Meirinhas inicia com duas inquilinas idosas a partilhar um T1, sinal de novo modelo para envelhecer com apoio comunitário

Constança e Nelson Lopes vivem numa moradia do Centro Social de Vilar de Maçada há quatro anos,Constança e Nelson Lopes vivem numa moradia do Centro Social de Vilar de Maçada há quatro anos
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  • Maria Oliveira, de 89 anos, mudou-se para uma das nove casas de habitação colaborativa do Lar da Felicidade, em Meirinhas, Pombal (Leiria).
  • A mudança ocorreu há pouco mais de três semanas, após deixar a casa onde vivia sozinha desde agosto.
  • Maria regressou de uma vida emigrada em França e de vários anos após a morte do marido, passando a partilhar um T¹ com Arminda Cordeiro, de 85 anos.
  • Arminda e Maria foram as primeiras inquilinas a ocupar o bairro da Rua Nova.
  • O projeto de habitação colaborativa em Portugal tem como objetivo oferecer espaços que integrem aspetos positivos de casa e lar para a velhice.

Maria Oliveira, de 89 anos, mudou-se há pouco mais de três semanas para uma das nove casas de habitação colaborativa do Lar da Felicidade, em Meirinhas, Pombal (Leiria). O processo demorou a avançar, mas, segundo a residente, teria aceitado mudar antes se não tivesse atrasos.

A mudança ocorreu numa altura em que Maria vivia sozinha desde agosto, após regressar de uma vida de emigrante em França e de vários anos sem o marido. Na nova casa, partilha um T1 com outra inquilina.

Maria encontrou lá Arminda Cordeiro, de 85 anos, com quem divide o mesmo apartamento. As duas tornaram-se as primeiras residentes da nova área do bairro da Rua Nova, dedicada à habitação colaborativa.

Habitação colaborativa em Meirinhas

O projeto visa oferecer um modelo de moradia que combine aspetos positivos de casa tradicional e de lar comunitário, com foco no apoio mútuo entre idosos. As residências são geridas pela estrutura social do Lar da Felicidade, que planeia expandir o conceito.

Quem participa descreve o espaço como uma resposta a necessidades de convivência e apoio diário, procurando reduzir o isolamento e promover uma vida mais autónoma entre pessoas com perfis semelhantes.

As nove casas reunem moradores que, apesar de manterem a independência, beneficiam de uma rede de apoio local, com objetivo de facilitar o envelhecimento ativo na comunidade.

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