- Sessenta pessoas foram detidas em nove países da América Latina numa operação da Interpol, entre fevereiro de 2025 e janeiro deste ano, visando abusos sexuais de crianças.
- Foram resgatadas sessenta e cinco vítimas menores de idade, sendo oitenta por cento raparigas e a maioria com entre cinco e treze anos.
- Algumas vítimas constaram durante mais de uma década em bases de dados de material de abuso ou exploração de menores sem terem sido identificadas.
- Os suspeitos tinham ligações diversas com as vítimas, incluindo familiares, amigos, vizinhos, professores, predadores online e viajantes estrangeiros.
- A operação contou com a participação de Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, República Dominicana e Panamá; a Europol indica que ainda há quarenta e cinco vítimas por resgatar.
A Interpol anunciou a detenção de 60 suspeitos de abusar sexualmente de crianças, numa megaoperação realizada na América Latina entre fevereiro de 2025 e este mês, que resultou no resgate de 65 menores vítimas. O total de detidos abrange nove países da região.
As autoridades indicam que as vítimas, 65 no total, são maioritariamente do sexo feminino (80%) e entre 5 e 13 anos. Algumas das menores já constavam há mais de uma década em bases de dados de material de abuso ou exploração sem terem sido identificadas anteriormente.
A Interpol explica que os suspeitos tinham ligações variadas com as vítimas, incluindo familiares, vizinhos, amigos, professores, predadores online e viajantes estrangeiros. A operação envolveu Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, República Dominicana e Panamá.
Entre os detidos está uma mulher da República Dominicana que abusou dos próprios filhos, de 10 e 13 anos, com a colaboração de um criminoso sexual estrangeiro que vivia com a família. Na Costa Rica, um homem usava uma persona de celebridade online para atrair, seduzir, ameaçar e extorquir as vítimas.
A Europol confirma ainda que há 45 vítimas em território por resgatar, casos que permanecem sob investigação. Os países participantes continuam a cooperação para localizar e apoiar as vítimas remanescentes.
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